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	<title>Arquivo de Persona da Babel - Prensa de Babel</title>
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	<description>Portal de Notícias da Região dos Lagos</description>
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	<title>Arquivo de Persona da Babel - Prensa de Babel</title>
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	<item>
		<title>Marcelo Pires &#8211; o produtor</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/marcelo-pires-o-produtor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila Raupp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 03:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Prensa]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#160; &#160; Marcelo Pires é o produtor do “Curso de Interpretação para Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins”, Felipe é seu sócio há 25 anos, em Cabo Frio, no Rio e em Teresópolis. Nascido em Bangu, no Rio de Janeiro, Marcelo conta que quando criança sonhava em ser ator, aos 14 anos foi trabalhar em uma farmácia para [&#8230;]</p>
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<figure id="attachment_11348" aria-describedby="caption-attachment-11348" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-11348" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Turma-do-curso-Marcelo-Pires-em-Cabo-Frio-300x169.jpeg" alt="Turma infantil do curso Marcelo Pires em Cabo Frio" width="300" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-11348" class="wp-caption-text">Turma infantil do curso Marcelo Pires em Cabo Frio</figcaption></figure>
<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-1400082281"><a href="https://loja.prensadebabel.com.br/" target="_blank" aria-label="livro deva 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg 656w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-300x300.jpeg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 656px) 100vw, 656px" width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Marcelo Pires é o produtor do “Curso de Interpretação para Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins”, Felipe é seu sócio há 25 anos, em Cabo Frio, no Rio e em Teresópolis. Nascido em Bangu, no Rio de Janeiro, Marcelo conta que quando criança sonhava em ser ator, aos 14 anos foi trabalhar em uma farmácia para pagar o curso do diretor Wolf Maia, quando fez o primeiro teste em vídeo não gostou, mas sua vida desde então nunca seria a mesma. Fez amizade com todos os jovens artistas que estavam se juntando para começar suas carreiras, sem saber que ali começaria a sua história.</p>
<p>Foi trabalhar como representante de vendas da Nestlé, e por morar tão longe foi convidado pelos amigos Felipe Martins Oberdan Jr., Michel Bercovitch, Marcelo Serrado, e Patrícia Perrone, para dividir com eles um apartamento em Copacabana. Além dos moradores fixos citados passavam temporadas por lá Selton Melo e Leonardo Bricio.</p>
<figure id="attachment_11356" aria-describedby="caption-attachment-11356" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-11356" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-Pires-e-Arthur-Aguiar-300x221.jpg" alt="Marcelo com o ator Arthur Aguiar que foi aluno do curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins. Um exemplo de talento e dedicação pautado pela ética profissional aprendida no curso " width="300" height="221" srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-Pires-e-Arthur-Aguiar-300x221.jpg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-Pires-e-Arthur-Aguiar-768x565.jpg 768w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-Pires-e-Arthur-Aguiar.jpg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-11356" class="wp-caption-text">Marcelo com o ator Arthur Aguiar que foi aluno do curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins. Um exemplo de talento e dedicação pautado pela ética profissional aprendida no curso</figcaption></figure>
<p>Como representante de vendas Marcelo tinha uma boa renda, “na época era cerca de 10 salários mínimos”, conta, mas de tanto ajudar os amigos a fechar contrato de baile de debutantes e testes para peças e eventos foi aprendendo a profissão que viria a exercer por 25 anos: a de agenciador de atores.</p>
<p>“Fui fechando esses contratos para ajudar meus amigos, era ruim para o próprio ator negociar. Então fui aprendendo. Uma vez fiz um trabalho maior pro Fábio Assunção, e em um dia ganhei 40 vezes mais que ganhava em um mês na Nestlé. Não pensei duas vezes, fui me profissionalizar como produtor.”, conta Marcelo.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-2820032735"><a href="https://prensadebabel.com.br/category/polis-notas-politicas/" target="_blank" aria-label="polisCABEÇALHO-800&#215;107"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1.png 800w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1-300x40.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1-768x103.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" width="800" height="107"   /></a></div></div>
<p>Sem dar ouvidos aos que diziam que estava trocando a segurança de um emprego, foi estagiar no escritório de Ipanema da Anaide karabachian  (Naná), ela era a empresária dos grandes artistas na época.  Foi lá que, além de Fábio Assunção, agenciou Camila Pitanga, Du Moscovis Fábio, Leonardo Vieira e Adriana Esteves.</p>
<p>“Inicialmente eu só fazia agenciamento, na época dava um bom dinheiro, era pago em dólar. Hoje caiu muito, porque a competição no mercado está muito grande. Eu vendia o trabalho do ator, viaja junto para os eventos e temporadas. E então nas cidades em que íamos começaram a nos pedir para fazer cursos de teatro nessas cidades. Foi aí que o Felipe Martins teve a ideia de fazermos cursos de duas semanas. Começou assim.”, explica.</p>
<p>E os dois então realmente começaram: primeiro em Salvador, depois foram para Recife, e quando viram já estavam indo desde o norte do país até as cidades mais ao sul do Rio Grande do Sul.</p>
<p>“Foram 88 cidades. Dávamos aulas de 100 a 300 alunos. Era de manhã, de tarde, e de noite. Montávamos sempre uma peça no final. Fomos pioneiros nisso.”, comenta demonstrando até hoje não acreditar como conseguiram cumprir uma agenda tão intensa.</p>
<p>Mas nesse início do que viria a ser o conceituado Curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins muitos atores dessas cidades vieram para o Rio, inclusive artistas que hoje fazem parte de sua equipe.</p>
<p>Foi assim que aos poucos Marcelo foi deixando o agenciamento e mergulhando de cabeça no mundo dos cursos de tv e teatro. Chegou a trabalhar nos cursos da Catarina Abdalla.</p>
<p>“Eu me apaixonei por cursos. O ator é um ser sistemático, nem todos, mas a maioria. Então nos cursos que ministramos ensinamos além da técnica uma ética profissional, como se portar com humildade diante das outras pessoas. Formar um ator ou atriz por inteiro é muito gratificante”, comenta satisfeito.</p>
<figure id="attachment_11349" aria-describedby="caption-attachment-11349" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-11349" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-e-Felipe-Martins-300x225-300x225.jpg" alt="Marcelo com seu sócio há 25 anos, o ator Felipe Martins " width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-11349" class="wp-caption-text">Marcelo com seu sócio há 25 anos, o ator Felipe Martins</figcaption></figure>
<p>Junto com Felipe Martins montou no Rio o primeiro curso, e chegaram a atender mais de 500 artistas. “Era muita gente, hoje preferimos grupos menores. Mas vinha gente do Brasil inteiro. E ainda hoje temos o curso do Rio.”.</p>
<p>Foi nessa leva dos cursos do Rio que foram descobertos talentos como Mel Maia, Arthur Aguiar e o Antônio Firmino (infelizmente falecido recentemente). Marcos Pitombo também estudou no curso do Rio, Fernanda Freitas fez algumas aulas e depois optou por um trabalho de coaching com o Felipe Martins, que a acompanhou bem de perto na preparação para seu primeiro papel de TV. Tem também a Dja Marthins, já uma senhora de 69 anos que tem se destacado em papéis de muita relevância tanto na Globo quanto na Record. E muitos artistas fazendo pequenas participações na Tv e atuando no teatro.</p>
<p>“Não há como não conseguir. Quem se esforçar consegue entrar no mercado, pode até demorar um pouco, mas consegue”. Explica.</p>
<p>Hoje o curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins se multiplicou: tem no Rio, em Teresópolis, e em Cabo Frio. Uma das características do curso do Marcelo e do Felipe é que não há somente uma preparação para o teatro, mas também para a TV.</p>
<figure id="attachment_11355" aria-describedby="caption-attachment-11355" style="width: 280px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-11355" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Mel-Maia-280x300.jpg" alt="O talento precoce Mel Maia foi uma descoberta do Curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins " width="280" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-11355" class="wp-caption-text">O talento precoce Mel Maia foi uma descoberta do Curso de Tv e Teatro Marcelo Pires e Felipe Martins</figcaption></figure>
<p>No curso de Marcelo Pires e Felipe Martins são três aulas de teatro por mês e uma de vídeo.  Assim como os alunos do curso participam do festival de esquetes todos os anos, e ao final do curso (são exigidos pelo sindicato 5 anos de formação para a retirada do registro de ator)  a montagem de um espetáculo. Em vídeo, a gravação de uma websérie.</p>
<p>Fazendo o curso com Marcelo e com Felipe o aspirante a ator tem aulas com profissionais de renome, faz os primeiros vídeos que, após avaliação prévia, são enviados para a Globo e Record, isso no caso das crianças, porque não precisam de registro para atuar. Só com isso economiza-se muito, visto que seria preciso ir todo final de semana ao Projac, por exemplo.</p>
<p>No caso dos adultos no curso irá aprender teatro, atuar em frente às câmeras, tirar o registro ao final do tempo de formação exigido pelo sindicato e será levado pelo próprio Marcelo para ser entrevistado na Globo ou Record, onde passarão por uma seleção.</p>
<p>“No curso temos a aula de teatro e vídeo. Todo ator tem de fazer teatro. Até em função do registro profissional. Mas quando ele vai pra Globo ou pra Record tem de ter a manha do vídeo. Lá na Globo e na  Record eles vão querer saber do vídeo. Pode ser bom de teatro, mas se não souber como se comportar  no vídeo não adianta que não vai passar no teste. Inclusive,  muitas pessoas formadas em teatro e com registro, me pedem agenciamento eu digo não. É preciso fazer o curso de vídeo. Sem isso não há como  concorrer  nos testes. Tem de fazer teatro e TV”, finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Endereços-</p>
<p><strong>Cabo Frio</strong> Rua José Bonifácio, 224 – Centro. (22) 99762-2877/ 2646-5762/98803-2922 whatsApp</p>
<p><strong>Teresópolis </strong>Av. Oliveira Botelho, 365, bairro Alto. (21) 98168-0156</p>
<p><strong>Rio de Janeiro </strong>Espaço Boemia no Largo do Machado – Centro. (21) 975311840</p>
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<p>https://prensadebabel.com.br/index.php/2017/05/16/curso-de-interpretacao-para-tv-e-teatro-marcelo-pires-incricoes-ate-18-de-junho/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Otavinho, o Arquiteto</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/otavinho-o-arquiteto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Apr 2017 22:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da redação  Arquiteto e urbanista Octávio Raja Gabaglia, o Otavinho, é criador e defensor de uma norma não escrita, mas que perdurou durante duas décadas, impedindo que a especulação imobiliária tomasse de assalto a antiga vila de pescadores de Búzios. A história dessa norma que virou “lei” muito antes de ser oficializada, através de projeto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-439984487"><a href="https://www.amazon.com.br/Crian%C3%A7a-Debaixo-Do-Guarda-chuva/dp/6558751399" target="_blank" aria-label="300"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2025/09/300.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2025/09/300.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2025/09/300-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" width="300" height="250"   /></a></div></div><p><strong>Da redação </strong></p>
<p>Arquiteto e urbanista Octávio Raja Gabaglia, o Otavinho, é criador e defensor de uma norma não escrita, mas que perdurou durante duas décadas, impedindo que a especulação imobiliária tomasse de assalto a antiga vila de pescadores de Búzios.</p>
<p>A história dessa norma que virou “lei” muito antes de ser oficializada, através de projeto de lei do próprio Otavinho quando vereador antes da emancipação politico administrativa de Búzios é também conhecida dos habitantes e veranistas mais antigos. Ao constatar, em 1968, que uma recém-iniciada construção na praia da Armação caminhava para o terceiro pavimento, Octávio chamou o proprietário e tentou convencê-lo da inconveniência do “puxadinho”. Esgotados todos os argumentos, o recém-formado arquiteto resolveu usar da autoridade que o diploma lhe conferia e afirmou categoricamente que o proprietário estava infringindo uma “lei” que restringia a 7,5m a altura máxima das construções em Búzios.</p>
<p>“A ênfase com que proferi as palavras acabou convencendo o proprietário do terreno que concordou em não levantar o terceiro pavimento” – comenta um bem-humorado Octávio. “Não existia lei alguma, nem municipal, nem estadual, nem federal. Era uma tentativa meio desesperada de impedir o primeiro “espigão” na cidade. O próprio conceito de planejamento urbano ainda engatinhava no Brasil. Mas se aquela construção vingasse, não tenho dúvida de que Búzios, tal qual a conhecemos hoje, não existiria.”, conta com tranquilidade o renomado arquiteto. Hoje Búzios é uma referencia pela chamada “lei do segundo andar”.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-348844660"><a href="https://www.instagram.com/tourshopbuzios/" target="_blank" aria-label="Jornal Prensa de Babel (1)"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1.png 1200w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-300x37.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-1024x127.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-768x95.png 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" width="1200" height="149"   /></a></div></div>
<p>Ícone de Búzios, a Rua das Pedras tornou-se o retrato do glamour do balneário. Com pouco mais de 600 metros de extensão,  é  uma passarela que reúne bares transados, restaurantes sofisticados, lojas de grife, pousadas, cafés, galerias de arte, sorveterias, boates. Nesta  icônica também há marca de  Otavinho: foi calçada pelo arquiteto quando ele era administrador regional de Búzios, “A ideia foi calçar as ruas  com bloco de pedra para evitar que os carros andassem  em alta velocidade, por se tratar de uma rua  de muita movimentação de pedestres.”, disse ao Jornal A Raza em 2012</p>
<p>O cuidado no projeto do arquiteto Octávio Raja Gabaglia fez com que fossem preservadas as árvores nativas da área do Porto da Barra e a recuperação integral de um pequeno mangue onde hoje vivem caranguejos, peixes e até camarões. O projeto de Otavinho transformou um local particular em “espaço público”.</p>
<p>O Xerife, como ficou apelidado pelo jornal O Perú Molhado, ainda tem muito a colaborar pra Búzios. O Prensa acredita que ele precisa ser mais ouvido.</p>
<p>Confira outros <a href="https://prensadebabel.com.br/index.php/persona-da-babel/">Personas da Babel</a></p>
<p>https://prensadebabel.com.br/index.php/2017/02/20/otavinho-ganha-na-justica-processo-que-beneficia-arquitetos-de-todo-o-brasil/</p>
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		<item>
		<title>Gil, o produtor</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/gil-o-produtor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 19:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Gastronomico de Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Gil Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Gil Castelo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Gil Castelo Branco Búzios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando você passa pelo Pórtico, a primeira coisa que se vê é uma casa colonial que divide a av. José Bento Ribeiro Dantas em duas. Logo em seguida, a primeira visão que você tem são as bandeiras hasteadas em ambos os lados da avenida. Se você se der ao trabalho de contá-las, são 58 [&#8230;]</p>
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<figure id="attachment_8325" aria-describedby="caption-attachment-8325" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8325 size-medium" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/03/gil_castelo_branco_-_divulga-300x195.jpg" alt="gil_castelo_branco_-_divulga" width="300" height="195" /><figcaption id="caption-attachment-8325" class="wp-caption-text">Foto Divulgação</figcaption></figure>
<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-1400082281"><a href="https://loja.prensadebabel.com.br/" target="_blank" aria-label="livro deva 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg 656w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-300x300.jpeg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 656px) 100vw, 656px" width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Quando você passa pelo Pórtico, a primeira coisa que se vê é uma casa colonial que divide a av. José Bento Ribeiro Dantas em duas. Logo em seguida, a primeira visão que você tem são as bandeiras hasteadas em ambos os lados da avenida. Se você se der ao trabalho de contá-las, são 58 bandeiras onde cada uma representa uma nacionalidade das pessoas que residem em Búzios.</p>
<p>Obviamente, cada pessoa representada por uma daquelas bandeiras tem uma historia de como chegou a Búzios. A de Gil Castelo Branco a primeira vista pode parecer mais simples, pois veio de perto, do Rio de Janeiro, como a a maioria dos que escolheram essa Cidade como segunda Terra Natal.</p>
<p>Gil, que é formado em jornalismo, com pós-graduação em jornalismo cultural e comunicação empresarial, frequenta Búzios desde 1972 e em 1986 construiu uma casa em estilo buziano, situada no bairro da Marina. Um dia, um pouco depois da virada dos quarentas anos, como ele mesmo gosta de contar, decidiu mudar radicalmente seu estilo de vida: mudou-se para Búzios e durante seis meses ficou escrevendo seu projeto para o mestrado.<br />
“De manhã, lia o jornal, depois fazia longas caminhadas pela praia, dormia na rede à tarde e a noite escrevia, pois sou noturno”, conta o produtor.</p>
<p>O projeto foi apresentado na UFF, mas nesse intervalo Gil foi chamada pelo dono do jornal Primeira Hora, a assumir a editoria do periódico.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-1961311395"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="BANNER 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png 1069w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-300x72.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-1024x247.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-768x185.png 768w" sizes="(max-width: 1069px) 100vw, 1069px" width="1069" height="258"   /></a></div></div>
<p>Gil comenta sempre que Búzios, a primeira vista, é linda, bela, mas também esconde seus segredos: “É uma cidade cosmopolita, sofisticada, mas ao mesmo tempo, é uma cidade do interior, provinciana, onde o que conta são os laços afetivos com a sociedade local.”.</p>
<p>No período que foi editor do PH era o auge da campanha política na cidade e, como jornalista, conheceu desde as mansões da Ferradura aos catadores de lixo, no lixão, situado na divisa entre Cabo Frio e Búzios. Mas uma hora decidiu sair do jornal e conta que ao chegar em casa pensou que ainda não tinha o mestrado, não tinha o emprego; estava a toa na vida.</p>
<p>“Ficar a toa em Búzios tem as suas vantagens e desvantagens como tudo na vida.”, comenta sorrindo por saber que foi justamente nesse momento de encruzilhada, que acontece em alguns momentos da vida de todos nós, que o jornalista se tornaria “O Produtor”.</p>
<p>A cidade tinha dois eventos importantes: o festival de jazz que era do grupo Chez Michou e o festival de cinema, do Mario José, mais tarde famoso como Maradona. E Gil criou o terceiro festival da Cidade , “O Festival de Gastronomia de Búzios” – sem dúvida o de maior importância desde então.</p>
<p>“No início comecei trabalhando com o grupo Búzios gourmet que era, digamos a elite dos restaurantes buzianos. E, assim, ao longo destes últimos dez anos fui entendendo e dominando toda a estrutura de como funciona um negócio chamado restaurante e também virei um bom produtor aprendendo e errando na prática.</p>
<p>Confesso que jamais pensei que seria produtor um dia na minha vida. Mas eu tive uma amiga há muitos anos, da época da faculdade, que adorava ir a cartomantes e um dia fui com ela. A cartomante me olhou e foi direta: seu destino é trabalhar com gente. Pois é, agora respondendo a vocês do Prensa de Babel, lembrei dessa senhora que passou na minha vida há longos anos e que na hora que ela falou achei engraçado. Pois não é, que ela estava certa? Encontrei meu caminho lidando com gente, muita gente”, finalizou sereno como é comum aos que não fogem de sua missão.</p>
<p>Saiba mais sobre o Festival Gastronômico de Búzios 2017 no <a href="http://www.festbuzios.com.br/">LINK </a></p>
<p><strong>Confira outras  Persona da Babel! </strong></p>
<p>https://prensadebabel.com.br/index.php/persona-da-babel/</p>
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		<title>Cabelada, o árbitro</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/cabelada-o-arbitro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2017 19:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelada]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Victor Viana Quem escuta a fala mansa, pausada, do ex-árbitro de futebol, se não sabe quem é não consegue associar a pessoa que fala com as das histórias das quais é protagonista e a tornam um dos personagens mais icônicos do futebol carioca. O nome de batismo é Luiz Carlos, mas todos o conhecem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-486233622"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="QUADRADO HOME 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/QUADRADO-HOME-2.png" alt=""  width="300" height="250"   /></a></div></div><p style="vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;">Victor Viana</p>
<figure id="attachment_7521" aria-describedby="caption-attachment-7521" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7521" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/01/cabelada_620-300x169.jpg" alt="Foto: Divulgação" width="300" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-7521" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p style="vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">Quem escuta a fala mansa, pausada, do ex-árbitro de futebol, se não sabe quem é não consegue associar a pessoa que fala com as das histórias das quais é protagonista e a tornam um dos personagens mais icônicos do futebol carioca. O nome de batismo é Luiz Carlos, mas todos o conhecem como Cabelada. Ganhou o apelido por cultivar uma longa cabeleira (é fã dos Beatles) &#8211; vaidoso, usa shampoo e cremes para mantê-los sempre sedosos, ele mesmo conta.</span></p>
<p style="vertical-align: baseline; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">Carioca, boêmio, é de Vila Isabel, e há quase 20 anos é de Búzios também. Sobre essa união Rio-Búzios, antes de entrar nas clássicas histórias do tempo de árbitro, podemos começar pelo episódio de 2014, em que Cabelada interrompeu Nana Caymmi no Rio. &#8220;Canta um bolero! Canta um bolero!&#8221;, o senhor na plateia insistia. Nana a princípio o ignorou, mas Cabelada deu um golpe fatal que tornou seu pedido irrecusável: &#8220;Eu vim de Búzios pra escutar isso. Rasga meu coração!&#8221;. Nana cantou &#8220;La Barca&#8221; para ele. O fato foi notícia das colunas sociais de jornais e sites da capital.</span></p>
<p style="vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">No futebol foram mais de 400 partidas, a maioria no Campeonato Carioca. Só pra ilustrar esse tempo ele me conta sobre o caso de um zero a zero no amistoso entre Vasco e Cruzeiro (Cabelada é vascaíno). O ano era 1994:</span></p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-215554046"><a href="https://www.instagram.com/novotempo.lab/" target="_blank" aria-label="banner_laboratorio_1212x165"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner_laboratorio_1212x165.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner_laboratorio_1212x165.png 1200w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner_laboratorio_1212x165-300x41.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner_laboratorio_1212x165-1024x139.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/08/banner_laboratorio_1212x165-768x104.png 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" width="1200" height="163"   /></a></div></div>
<p style="vertical-align: baseline; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">&#8220;Fui apitar o jogo, entrega das faixas, e cruzei com o Eurico (Miranda, ex-presidente do Vasco). Era um jogo de festa. Ele perguntou: &#8216;Vai marcar um pênalti??&#8217;. Eu respondi: &#8216;Fica tranquilo&#8217;. Começou a partida, e logo marquei pênalti. Derrubaram o William. O Yan bateu para um lado, e o goleiro (Dida) caiu e defendeu. O Eurico estava no banco de reservas, fui lá e falei assim: &#8216;Meu diretor, não lhe devo mais nada&#8217;. Finalizei, e o jogo acabou 0 a 0&#8221;. No Jornal do Brasil a mesma história saiu assim: &#8220;O juiz Luiz Carlos Gonçalves, o barrigudo Cabelada, fez questão de marcar uma falta inexistente de Zelão em William, logo aos 2 minutos&#8221;. Cabelada, ainda hoje, confirma: &#8220;Foi pênalti!&#8221;. Curiosamente foi nessa época que nasceu seu famoso bordão: &#8220;Todo juiz é ladrão. Cabelada não!&#8221;.</span></p>
<p style="vertical-align: baseline; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">Sua vida realmente sempre pareceu destinada a ser notícia. Se como árbitro estampou as páginas dos jornais de maior circulação do Rio de Janeiro, em Búzios tornou-se personagem das páginas e das capas do irreverente e anárquico &#8220;O Perú Molhado&#8221;. Nesse, aliás, foi repórter esportivo, comentarista e modelo. Cobriu pelo Perú Copas do Mundo e Olimpíadas &#8211; algumas de verdade, já outras, digamos, nem tanto. Nas Olimpíadas de 2008 o jornal que por mais de 30 anos movimentou Búzios, informou que enviaria dois repórteres para a China, um deles seria Cabelada. No final, a grana só deu pra mandar um representante, mas o jornal omitiu o fato e semanalmente relatos e imagens de ambos os repórteres surgiam na publicação. Nas verdade, Cabelada passava os dias escondido em sua casa, ali mesmo em Búzios. Na redação tratavam de fazer montagens dele cobrindo os jogos. Um dia seu estoque de cerveja acabou e precisou ir ao bar comprar mais, foi descoberto. O que o jornal fez? Publicou uma entrevista exclusiva com Cabelada contando o grande feito de como conseguia ir e voltar tão rápido à China. &#8220;A cerveja lá não é gelada, então tenho de vir aqui no Bar do Silvano para tomar uma&#8221;, explicou na entrevista.</span></p>
<p style="vertical-align: baseline; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;"><span style="color: #282827;">Hoje, com 68 anos, Cabelada continua extrovertido, apesar de às vezes o encontrar mais calado, e tomando sua cerveja (na verdade muitas cervejas), fumando charutos cubanos, ouvindo boa música, soltando galanteios às mulheres (tudo com muito respeito) e viajando de Búzios para o Rio semanalmente. Respeitado na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e nas rodas de samba, repete, elevando uma taça de vinho, em tom meio alegre e meio saudoso: &#8220;Se fui pobre não me lembro&#8221;.</span></p>
<p style="vertical-align: baseline; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-numeric: inherit; font-stretch: inherit; orphans: 2; text-align: start; widows: 2; -webkit-text-stroke-width: 0px; word-spacing: 0px; margin: 0cm 0cm 15.0pt 0cm;">Matéria publicada originalmente no Portal <a href="http://www2.sidneyrezende.com/noticia/263585+personagens+de+buzios+cabelada">SRZD </a></p>
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		<title>Luisa Barbosa, a professora</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/luisa-barbosa-professora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2017 19:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Professora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luisa Barbosa Pereira é professora de sociologia e filosofia no Colégio Estadual João de Oliveira Botas e no Colégio Municipal Paulo Freire. Filha de uma professora de educação física e um professor de matemática e inventor, Luisa queria ser engenheira mecânica, mas ao ingressar numa escola pública de ensino médio técnico da Faetec, na zona [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-205140527"><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=558007020195&#038;text&#038;type=phone_number&#038;app_absent=0" target="_blank" aria-label="CAMPANHA DE FRAUDES &#8211; PROLAGOS 150x150px"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA-DE-FRAUDES-PROLAGOS-150x150px.gif" alt=""  width="150" height="150"   /></a></div></div><p>Luisa Barbosa Pereira é professora de sociologia e filosofia no Colégio Estadual João de Oliveira Botas e no Colégio Municipal Paulo Freire.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-7199 alignleft" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/01/12038098_1501767510145349_5834381759402806727_n-300x200.jpg" alt="12038098_1501767510145349_5834381759402806727_n" width="300" height="200" />Filha de uma professora de educação física e um professor de matemática e inventor, Luisa queria ser engenheira mecânica, mas ao ingressar numa escola pública de ensino médio técnico da Faetec, na zona norte do Rio de Janeiro seus planos mudaram. Ali, Luisa teve contato mais direto com a desigualdade social e iniciou sua participação no movimento estudantil numa reivindicação pelo bandejão da escola. Desistiu da engenharia e decidiu ser professora. E ao passar pela primeira vez no Colégio Estadual João de Oliveira Botas, não teve dúvidas: era lá que sonhava em lecionar.</p>
<p>Sua ligação com a cidade remonta a década de 1990 quando conheceu Búzios com sua família, que adquiriu uma casa numa vila no Centro de Búzios.</p>
<p>De lá para cá muita coisa mudou. Luisa se formou pela UFRJ em Ciências Sociais, fez doutorado em Sociologia e Antropologia e doutorado na Universidade Nova de Lisboa e no Instituto de Historia Social de Amsterdam. Em 2011 se casou com Tiago Alves Ferreira na Igreja de Sant&#8217;Anna e em 2014 foi convocada por concurso público para o Colégio que sonhava lecionar. No mesmo ano, como tinha sido aprovada também em concurso no município, entrou com um mandado de segurança e foi convocada para ser professora também no Colégio Municipal Paulo Freire.</p>
<p>E foi principalmente a partir do seu contato com os alunos, sua paixão pela literatura e sua crença no papel do conhecimento para a transformação positiva da sociedade que Luisa fundou em 2015 o Projeto Cidade Biblioteca.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-3349850023"><a href="https://loja.prensadebabel.com.br/" target="_blank" aria-label="livro deva"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva.jpeg" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva.jpeg 1080w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-300x53.jpeg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-1024x182.jpeg 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-768x137.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" width="1080" height="192"   /></a></div></div>
<p>O Cidade Biblioteca  desenvolve atividades de estímulo ao livro e à leitura na cidade como o sarau da praça, o sarau de quinta, o ponto de leitura da Feira Livre Periurbana, clubes de leitura nas escolas, o programa minuto da poesia no Estação Notícias com Iva Maria, intervalos poéticos na hora do recreio, o cinebiblioteca em parceria com o Búzios Cineclube, campanhas de arrecadação e doação de livros e outras atividades.</p>
<p>Em 2015 recebeu homenagem da Secretaria de Ação Social Trabalho e Renda e da Secretaria de Educação por desenvolver na sua trajetória profissional uma metodologia que promove a igualdade racial, de acordo com as diretrizes previstas no Plano Municipal de Igualdade Racial.</p>
<p>Recebeu também, no ano passado, em setembro, o título de cidadã buziana.</p>
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		<title>Lorran, o jogador</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/lorran-o-jogador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 14:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Atleta]]></category>
		<category><![CDATA[jogador]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco da Gama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Persona desta semana não é uma pessoa experiente na idade ou um ícone importante de alguma instituição, mas tem a sua grande importância para os meninos que querem chegar aonde ele chegou. Lorran de Oliveira Quintanilha, jogador de futebol do Vasco da Gama, morador de Búzios, da Rasa mais precisamente, foi promovido aos profissionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_6947" aria-describedby="caption-attachment-6947" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-6947" src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2017/01/20141129-1956-9-lorran-720x455-300x190.jpg" alt="Lorran atuando pelo profissional." width="300" height="190" /><figcaption id="caption-attachment-6947" class="wp-caption-text">Lorran atuando pelo profissional.</figcaption></figure>
<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-1439589688"><a href="https://www.instagram.com/curso_sapere.aude/" target="_blank" aria-label="pop up"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2025/07/pop-up-1.png" alt=""  width="300" height="250"   /></a></div></div><p>O Persona desta semana não é uma pessoa experiente na idade ou um ícone importante de alguma instituição, mas tem a sua grande importância para os meninos que querem chegar aonde ele chegou. Lorran de Oliveira Quintanilha, jogador de futebol do Vasco da Gama, morador de Búzios, da Rasa mais precisamente, foi promovido aos profissionais em 2014.</p>
<p>O atleta estreou com o time reserva contra o Resende, válido pela Copa do Brasil, em que o Vasco empatou por 0x0. Voltou a ser titular após 4 meses contra o Avaí, em uma goleada por 5&#215;0 em pleno São Januário. Nem tudo são flores no futebol, as derrotas fazem parte.</p>
<p>No Campeonato Carioca, Lorran teve algumas chances pelo técnico Doriva, mas voltou para a equipe sub-20, após o título na equipe profissional, sendo seu primeiro título profissional na carreira, a conquista do Carioca 2015.</p>
<p>Em novembro de 2015, durante a preparação para o Brasileiro sub-20, ele teve ruptura total do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, que o afastou dos gramados desde então. A grave lesão o fez perder espaço no elenco cruzmaltino.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-1961311395"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="BANNER 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png 1069w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-300x72.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-1024x247.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-768x185.png 768w" sizes="(max-width: 1069px) 100vw, 1069px" width="1069" height="258"   /></a></div></div>
<p>O jogador chegou a ter sondagens de clubes da Série B do Brasileirão para sair por empréstimo, mas, como nada se concretizou, aproveitará o tempo até dezembro para recuperar ritmo de jogo e brigar por espaço no time profissional em 2017. Uma negociação, entretanto, ainda não está descartada.</p>
<p>Confira os melhores momentos do Lorran jogando pelo Vasco e Seleções Brasileiras de base: http://sports21.com.br/atleta.asp?id=906</p>
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		<item>
		<title>Ykenga, o cartunista</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/ykenga-o-cartunista/</link>
					<comments>https://prensadebabel.com.br/ykenga-o-cartunista/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2016 15:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Casa-grande-e-sem-sala]]></category>
		<category><![CDATA[Charges pasquim]]></category>
		<category><![CDATA[O Perú Molhado]]></category>
		<category><![CDATA[ykenga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lucas D&#8217;Assumpção (Na galeria confira alguns dos trabalhos de Ykenga) Bonifácio Rodrigues de Mattos, o Ykenga, é desenhista técnico por formação, tentou a sorte na charge em 1978, em jornais de sindicatos e nunca mais voltou à antiga profissão. Ferino em suas análises da realidade brasileira (especialmente aquela em que vivem ele e outros negros), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-486233622"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="QUADRADO HOME 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/QUADRADO-HOME-2.png" alt=""  width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Lucas D&#8217;Assumpção</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">(Na galeria confira alguns dos trabalhos de Ykenga)</span></p>
<p>Bonifácio Rodrigues de Mattos, o Ykenga, é desenhista técnico por formação, tentou a sorte na charge em 1978, em jornais de sindicatos e nunca mais voltou à antiga profissão. Ferino em suas análises da realidade brasileira (especialmente aquela em que vivem ele e outros negros), ele teve seu trabalho publicado em periódicos de renome  aqui e fora do país.</p>
<p>Atualmente, o nome pode ser visto assinando as charges do caderno Mais São Gonçalo, do jornal Extra. Mas foi no falecido “O Pasquim”, comandado por Jaguar, Ziraldo e companhia, em que ele foi visto pela primeira vez na imprensa, em destacadas páginas duplas.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-1961311395"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="BANNER 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2.png 1069w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-300x72.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-1024x247.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BANNER-2-768x185.png 768w" sizes="(max-width: 1069px) 100vw, 1069px" width="1069" height="258"   /></a></div></div>
<p>É sinônimo de bom humor associado à boa crítica jornalística sobre algum acontecimento público de  relevância ou dos mais cotidianos.</p>
<p>Nascido um dia depois do dia da Abolição da Escravatura, mas do ano de 1952, ele já emprestou seus traços a jornais como o “Última Hora”, “Jornal do Commércio”, “O Fluminense”, “A Notícia”, “Jornal dos Sports”, “O Povo na Rua”, “O Dia”, “Perú Molhado” (de Búzios), “Liberacion” (Suécia) e “La Juventud” (Uruguai). Tem ainda desenhos incluídos no acervo da Casa do Humor e Sátira de Gabrovo, na Bulgária. É autor do livro Humor à La Carte e do,  lançado recentemente, Casa-grande e Sem Sala.</p>
<p>No tempo do Perú Molhado (era muito amigo do saudoso Marcelo Lartigue), Ykenga se aproximou muito de Búzios e hoje a sua relação com a cidade é de amor. O cartunista não mora na península, mas leva a cidade no coração por onde vá. Hoje é colaborador do Prensa de Babel, esse experimento de jornal digital diário em Búzios.</p>
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		<title>Raul Silvestre, o jornalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 13:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Documentos especial]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Silvestre de Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Raul silvestre jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Silvestre TV manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Raul-Silvestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores jornalistas do país é também de Búzios Raul Silvestre é gaúcho, mas viveu no Rio de janeiro mais tempo que em seu estado de origem – é um dos gaúchos mais cariocas do Brasil, mora há 9 anos em Búzios, onde é querido por todos.  Raul é jornalista e hoje faz parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-486233622"><a href="https://www.instagram.com/lopesmoradiacarioca/" target="_blank" aria-label="QUADRADO HOME 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/QUADRADO-HOME-2.png" alt=""  width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Um dos maiores jornalistas do país é também de Búzios</p>
<p>Raul Silvestre é gaúcho, mas viveu no Rio de janeiro mais tempo que em seu estado de origem – é um dos gaúchos mais cariocas do Brasil, mora há 9 anos em Búzios, onde é querido por todos.  Raul é jornalista e hoje faz parte da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) &#8211; associação histórica da categoria, e trabalhou em importantes veículos de comunicação do Brasil. Na histórica TV Manchete teve um feito e tanto: participou na criação do memorável &#8220;Documento Especial&#8221;, apontado até hoje por muitos críticos como um dos principais programas jornalísticos investigativos na história da televisão brasileira.</p>
<p>A relação de Raul com a Manchete começou antes mesmo de ser inaugurada a TV em junho de 1983. Formado em jornalismo pela PUC do Rio de Janeiro, Silvestre teve sua primeira experiência profissional em 1971 na editora Bloch, que mantinha o sucesso editorial Revista Manchete e outras. Raul entrou na editora através de um curso que existia na época e pôde trabalhar na &#8220;Revista Manchete&#8221; e na &#8220;Fatos e Fotos&#8221;.</p>
<p>Alguns anos mais tarde, em 1985, entrou para o &#8220;time de primeira&#8221; do jornalismo da emissora, ajudando a criar o &#8220;Documento Especial&#8221;. No programa também trabalhou como repórter e editor. Dentre as matérias que mais marcaram Raul Silvestre está o programa que falou sobre o espiritismo e sobre a vida e obra de Chico Xavier – Algumas das reportagens dessa época podem ser encontradas no Youtube.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-3349850023"><a href="https://loja.prensadebabel.com.br/" target="_blank" aria-label="livro deva"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva.jpeg" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva.jpeg 1080w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-300x53.jpeg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-1024x182.jpeg 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-768x137.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" width="1080" height="192"   /></a></div></div>
<p>Desde a ideia, planejamento e os pilotos necessários gravados demoraram seis meses para o &#8220;Documento Especial&#8221; criar vida. Em 1990, Raul saiu da emissora para trabalhar no &#8220;Globo Repórter&#8221; da &#8220;TV Globo&#8221;. Voltaria seis anos mais tarde, no ano de 1996 e ficaria até o fim trágico da Manchete, em 1999. A &#8220;RedeTV!&#8221; é considerada hoje como a sucessora da Manchete.  Raul Silvestre trabalhou como repórter e editor nos programas &#8220;Documento Especial&#8221;, &#8220;Manchete Rural&#8221;, &#8220;Programa de Domingo”, entre outros.</p>
<p>Com a falência da emissora, o jornalista voltou para a &#8220;TV Globo&#8221; e trabalhou no &#8220;Linha Direta&#8221;. Atualmente, Raul está fora da televisão, hoje é documentarista e também trabalha com marketing político. Um arquivo ambulante do carnaval de rua do Rio de Janeiro, criou e mantém a TV Bloco há mais de 10 anos &#8211; com registros de quase 30 anos de imagens e fotos do carnaval do Rio. Em 2015, o veterano jornalista, foi homenageado durante a maior festa popular do país na &#8220;Cidade Maravilhosa&#8221;.</p>
<p>Raul pretende escrever um livro sobre suas memórias profissionais. Os documentários atuais são sobre a história de Búzios, onde mora, e sobre Macaé, onde trabalha.  Está entre essas grandes figuras que Búzios consegue atrair pra si.</p>
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		<title>Capitão Caverna, o ator</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/capitao-caverna-o-ator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Victor P. Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 20:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búzios]]></category>
		<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Victor Viana Se você chegar a Búzios e perguntar por Donizete ninguém conhece, mas se disser que quer ver o Caverna será difícil alguém não te apontar um restaurante com esse nome, onde poderá achar o proprietário que atende pelo mesmo apelido. Na verdade, Caverna só é encontrado no restaurante de segunda à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-1439589688"><a href="https://www.instagram.com/curso_sapere.aude/" target="_blank" aria-label="pop up"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2025/07/pop-up-1.png" alt=""  width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Por Victor Viana</p>
<p>Se você chegar a Búzios e perguntar por Donizete ninguém conhece, mas se disser que quer ver o Caverna será difícil alguém não te apontar um restaurante com esse nome, onde poderá achar o proprietário que atende pelo mesmo apelido. Na verdade, Caverna só é encontrado no restaurante de segunda à quinta, de sexta a domingo ele estará no Bar do Sossego, um tradicional boteco pé-sujo de Búzios, sua segunda casa, como ele mesmo gosta de dizer.</p>
<p>&#8220;Eu sempre sonhei vir morar em Búzios. Eu era muito rico porque tinha uma cadeia de lojas de discos, a &#8216;Pro-Som&#8217;, a maior de todo o oeste-mineiro. Mas eu quebrei porque na vida de cachaçada que levava não achei que esse negócio de CD ia pegar (risos). Eu só vendia vinil.</p>
<p>Quando decidi que iria morar em Búzios dei um mergulho no asfalto para comemorar. Me machuquei todo&#8221;, me disse Caverna em entrevista para o Jornal &#8220;O Perú Molhado&#8221; certa vez (sim, eu trabalhei no amalucado &#8220;O Perú Molhado&#8221;).</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-348844660"><a href="https://www.instagram.com/tourshopbuzios/" target="_blank" aria-label="Jornal Prensa de Babel (1)"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1.png 1200w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-300x37.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-1024x127.png 1024w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Jornal-Prensa-de-Babel-1-768x95.png 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" width="1200" height="149"   /></a></div></div>
<p>Caverna também me revelou como é rigoroso o processo de seleção para trabalhar em seu restaurante: &#8220;Se preciso de cozinheiro ou de ajudante, o que seja, eu ponho um cartaz na porta, só isso. A pessoa vem aqui e diz que é chefe de cozinha, eu assino a carteira no mesmo dia e ponho pra trabalhar. Não peço referência, nada. Se ela diz que é chefe de cozinha eu assino a carteira como chefe de cozinha. Não peço currículo porque não acredito em currículo. Não tem esse negócio de experiência não. Passaram dois argentinos aqui uma vez e disseram que eram chefes de cozinha. Colocamos eles pra trabalhar, e nem um ovo sabiam fritar (rindo). Ficaram três dias e não voltaram nem para receber&#8221;. Perguntado se esse método é funcional, Caverna comenta: &#8220;De cada cem que a gente contrata ficam uns dois&#8221;.</p>
<p>A comida no Restaurante do Caverna é muito boa, está entre as melhores de Búzios, mas a cerveja é cara e quente. Por quê? O próprio Caverna explica: &#8220;Uma das coisas que mais tive problema em Minas foi garçom ladrão, cerveja gelada, e música ao vivo. Nunca mais teremos essas três coisas. A cerveja aqui é cara e quente, nem eu tenho coragem de beber. Por quê? Porque eu não quero um cliente igual a mim, que vai ficar bebendo o dia inteiro aqui, uai (risos)&#8221;.</p>
<p>&#8220;Garçom também não quero nunca mais. Aqui você pesa e você mesmo leva pra mesa. Aqui também a mesa não tem toalha, evito tudo que dê muito trabalho. Se tiver forro na mesa e o cliente vir uma manchinha vai pedir para trocar. Esses dias alguém perguntou sobre a nossa carta de vinho e eu disse que nunca ouvi falar disso. Caipirinha eu digo logo que a gente não sabe fazer. A pessoa vem, almoça, e vai embora feliz com a comida, com o suco, o refrigerante. Aquele negócio da pessoa chegar aqui e ficar o dia inteiro, igual eu fico no Bar do Sossego, não quero. A pessoa chega aqui toma essa cerveja que eu vendo aqui, e não pede outra. É cara e quente (risadas)&#8221;.</p>
<p>Mas não é só o empreendedorismo inusitado para a gastronomia que chama a atenção e torna Caverna um dos principais personagens do balneário mais conhecido do Rio de Janeiro. Caverna é também ator!</p>
<p>Empenhado em realizar um sonho de menino, fez um curso em Cabo Frio, e começou sua busca incessante de ser um ator da TV Globo, &#8220;só serve Globo&#8221;, ele mesmo disse. Em sua primeira tentativa, participou de duas pontas de novelas gravadas em Búzios: seu braço apareceu entregando um copo de água a alguém, e em outra estava desfocado atrás de um padre e uma imagem de São Pedro em uma cena de procissão marítima.</p>
<p>Mas Caverna não desistiu &#8211; interpretou Nelson Rodrigues no Teatro Municipal de Cabo Frio e escreveu até esquete. Mas o sonho era aparecer na Globo. Correu atrás, tirou seu DRT (registro profissional) de ator e conseguiu cadastro no Projac.</p>
<p>Ano passado interpretou um bêbado em uma das últimas novelas da Globo. No primeiro capitulo apareceu por cinco segundos dançando. Em seguida seu personagem levou um tiro e morreu, com isso foi encerrada sua participação no folhetim televisivo.  Também atuou em na minissérie “Liberdade,Liberdade”, onde cruzou olhar com a veterana Lilia Cabral, segundos depois levou um tiro e morreu sem falar nada.  Sua última aparição foi em na  minissérie estilos  <a href="https://www.google.com.br/search?espv=2&amp;biw=1366&amp;bih=589&amp;site=webhp&amp;q=Reality+Show+macabro+da+globo&amp;spell=1&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi4xoru-eLQAhXEjpAKHWtkCxsQvwUIFygA"><em>Reality</em> Show</a> macabro, “Supermax”, onde surgiu em uma taverna “bebendo  com umas  putas”, como ele mesmo conta. Após a câmera focar nele por alguns segundos ele é metralhado e morre mudo.  Até hoje, assim como Rodrigo Santoro no inicio de sua carreira internacional,  Caverna não emitiu um grunido em suas aparições na Globo, no entanto, em Búzios, isso bastou para que agora curta a merecida fama de pop star.</p>
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		<title>Personsa da Babel: Pantoja, o fotógrafo</title>
		<link>https://prensadebabel.com.br/personsa-da-babel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 19:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Persona da Babel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nascido na Tijuca, mas criado em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, Ronald Pantoja está em Búzios há 26 anos. Morava no bairro de Manguinhos em uma casa na beira da Lagoa, depois adquiriu um terreno na Rasa e começou a construção de sua casa. Mora há sete anos no novo bairro, depois que casou teve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="prens-post_esquerda_inicio prens-entity-placement" style="float: right;" id="prens-1692681167"><div id="prens-1400082281"><a href="https://loja.prensadebabel.com.br/" target="_blank" aria-label="livro deva 2"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2.jpeg 656w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-300x300.jpeg 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/01/livro-deva-2-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 656px) 100vw, 656px" width="300" height="250"   /></a></div></div><p>Nascido na Tijuca, mas criado em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, Ronald Pantoja está em Búzios há 26 anos. Morava no bairro de Manguinhos em uma casa na beira da Lagoa, depois adquiriu um terreno na Rasa e começou a construção de sua casa. Mora há sete anos no novo bairro, depois que casou teve um filho de 5 anos, o Pantojinha.</p>
<p>Fotógrafo, Pantoja  começou a fotografar nos anos 90,  quando sua mãe resolveu a fazer o jornal  Mexilhão, no jornal conheceu o Walmor Freitas que era fotógrafo. Sempre gostou da fotojornalismo, e ali aprendeu com Walmor e Jorge Jamaica.</p>
<p>Foi aprendendo com eles, depois iniciou alguns cursos, o próprio Walmor tirava algumas dúvidas.  Entrou de cara no mercado na época fazendo fotos de festas, casamentos e algumas campanhas política, depois caiu dentro no que mais gostava: fotojornalismo.</p>
<p>Foi descobrindo o talento aos poucos, e um tempo depois de Búzios se emancipar (esteve presente na Alerj em uma das manifestações) fez o primeiro concurso público da cidade em outra área (seu amor pela Cidade é tão grande que tem o brasão dela tatuado na perna), já na prefeitura teve um convite de Sérgio Quisak para trabalhar na comunicação da ali adquiriu uma experiência.</p><div class="prens-meio-do-post prens-entity-placement" id="prens-1720083325"><div id="prens-2820032735"><a href="https://prensadebabel.com.br/category/polis-notas-politicas/" target="_blank" aria-label="polisCABEÇALHO-800&#215;107"><img src="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1.png" alt=""  srcset="https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1.png 800w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1-300x40.png 300w, https://prensadebabel.com.br/wp-content/uploads/2026/09/polisCABECALHO-800x107-1-768x103.png 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" width="800" height="107"   /></a></div></div>
<p>Nesses anos de fotografia, 10 anos foram na comunicação de Búzios onde teve fotos em diversos veículos de comunicação de grande circulação do Brasil.</p>
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