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Reajuste de medicamentos pressiona orçamento das famílias

Reajuste de medicamentos pressiona orçamento das famílias
Reajuste de medicamentos pressiona orçamento das famílias

O anúncio do reajuste anual nos preços dos medicamentos reacendeu o debate sobre o impacto da medida no orçamento das famílias brasileiras. Estimativas da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) apontam que, a partir de 1º de abril, os valores devem variar entre 1,9% e 4,6%. Embora o percentual pareça modesto, o efeito é significativo para quem depende de remédios de uso contínuo, já que qualquer aumento compromete uma parcela maior da renda mensal.

O reajuste é definido pela CMED com base na Lei nº 10.742/2003. O mecanismo não determina aumentos automáticos, mas estabelece um teto máximo permitido para os preços. São considerados o Preço Fábrica (PF), o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) e o Preço Máximo de Venda ao Governo (PMVG).

Além disso, entram na conta fatores como produtividade (Fator X), ajuste de preços relativos entre setores (Fator Y), ajuste intrassetor (Fator Z) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses.

Na prática, esses elementos definem limites para reajustes, mas não impedem que os consumidores sintam o peso no bolso. "Qualquer reajuste em preços pode reduzir o poder de compra das famílias brasileiras, comprometendo uma parcela maior da renda mensal. Para quem depende de medicamentos de uso contínuo, esse aumento pode pesar ainda mais no orçamento, levando muitas vezes à suspensão de tratamentos por falta de recursos", avalia Vinicius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, empresa especializada em serviços de assistência familiar.

O peso dos medicamentos no orçamento doméstico é expressivo. Dados do IPC Maps, divulgados pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), apontam que as famílias brasileiras gastaram cerca de R$ 238,9 bilhões com medicamentos em 2025.

O valor representa um aumento de 10,7% em relação a 2024, quando foram registrados R$ 216 bilhões em despesas. Esse crescimento evidencia como qualquer reajuste anual, mesmo dentro de limites regulados, pode ter impacto direto e significativo no consumo das famílias.

Diante desse cenário, alternativas de planejamento financeiro e acesso facilitado a medicamentos vêm ganhando relevância. Nos últimos anos, serviços de assistência familiar passaram a incluir benefícios voltados à saúde e à compra de remédios, oferecendo mais comodidade aos beneficiários.

"Em alguns casos, esses programas oferecem descontos que podem chegar a 90% em redes conveniadas, além de serviços básicos como aferição de pressão, teste de glicemia e orientação farmacêutica", explica o executivo.

Entre os serviços disponibilizados por esse tipo de assistência estão também assistência pet, assistência funeral, empréstimo de material ortopédico, orientação jurídica, entre outros benefícios que podem ser usados em diferentes momentos da vida.

Cuidados na contratação

Para quem avalia contratar esse tipo de serviço, é importante observar alguns pontos. A credibilidade da empresa, a abrangência da rede credenciada e a clareza das condições de cobertura são fatores determinantes para garantir que o benefício realmente compense. "O consumidor deve verificar se os benefícios oferecidos atendem às suas necessidades e analisar com atenção as condições do serviço", alerta Mello.

"Quando bem estruturada, esse tipo de iniciativa pode oferecer facilidades que fazem a diferença no dia a dia, como acesso à saúde, descontos em medicamentos e outros benefícios voltados ao cuidado e ao bem-estar", acrescenta.

No caso da Riopae, o serviço de Assistência Familiar inclui a Farmapae, na qual associados têm acesso a medicamentos com descontos, além de serviços básicos de saúde e a possibilidade de encomenda de remédios, buscando ampliar o acesso a cuidados simples com mais praticidade.

"A iniciativa busca apoiar o beneficiário em diferentes momentos da vida, com o objetivo de que o acesso a medicamentos e serviços de saúde seja menos oneroso e mais acessível", destaca o CEO.

Para mais informações, basta acessar: https://riopae.com.br/

Sandro Peixoto

Sandro Peixoto, jornalista, cronista de Búzios, foi repórter em O Perú Molhado

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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