NR-1 transforma saúde mental em risco estratégico
Nova norma exige gestão estruturada de riscos psicossociais e expõe empresas a impactos financeiros, reputacionais e operacionais
Nova norma exige gestão estruturada de riscos psicossociais e expõe empresas a impactos financeiros, reputacionais e operacionais
Atualização da NR-1, em vigor desde 2026, exige que empresas identifiquem e gerenciem riscos psicossociais, incluindo a saúde mental na gestão corporativa e reforçando a necessidade de monitoramento contínuo no ambiente de trabalho.
O Governo do Estado de São Paulo oficializou a liberação de R$ 276,6 milhões para 214 municípios turísticos, durante cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador, vice-governador, presidente da ALESP, secretários estaduais de turismo e relações de governo, além dos presidentes da APRECESP e AMITESP, que representam as 78 estâncias e os 136 MITs.
Relatório aponta crescimento do setor global, enquanto consumidores de alta renda passam a priorizar privacidade, personalização e experiências mais significativas em viagens de luxo.
Do visto ao patrimônio: brasileiro lança plataforma com IA que acompanha toda a jornada de quem quer construir vida nos Estados Unidos.
Estudos recentes indicam que o alinhamento entre valores individuais e objetivos organizacionais está associado a maior engajamento, retenção de talentos e desempenho nas empresas. Relatórios de consultorias como Deloitte e Gallup apontam ainda que esse fator contribui para a resiliência dos profissionais e para a adaptação das organizações em cenários de transformação.
Sinais mais comuns do quiet cracking incluem redução da participação em conversas e iniciativas da equipe, menor entusiasmo com projetos e afastamento gradual das interações sociais no trabalho, diz Lucimara Costa, diretora de pessoas e cultura da Nexti.
Pacto reúne Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer políticas de prevenção, proteção às vítimas e responsabilização de crimes contra mulheres no país.
O câncer de pele é o tipo mais incidente no país, com estimativa de 220 mil novos casos em 2025. Apesar dos dados, movimentos em redes sociais que defendem o abandono do protetor solar ganham força, especialmente entre a Geração Z, sob a alegação de riscos à saúde. Especialistas refutam essa desinformação e reafirmam a importância da proteção diária como medida mais eficaz de prevenção à doença.
Dados do setor mostram que viagens de negócios voltaram a ser prioridade, exigindo planejamento, padronização de processos e acompanhamento especializado.