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Prefeitura de São Pedro da Aldeia nega acusação de transfobia e agressão durante o Carnaval

Governo municipal afirma que professora e ativista LGBTQIA+ tentou invadir área de shows sem autorização
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A Prefeitura de São Pedro da Aldeia se posicionou nesta quinta-feira (23) sobre as acusações de transfobia feitas pela professora, jornalista e ativista LGBTQIA+ Sara Wagner York, no último domingo de Carnaval (19). O município rebateu as afirmações de Sara de que foi agredida por funcionários da Prefeitura em área reservada próxima ao palco principal.

A Prefeitura negou ainda que a professora tenha recebido autorização para entrar no palco no domingo e que, por esse motivo, segundo o município, ela teria forçado a entrada no local, desacatado os servidores e tentado agredir o secretário municipal de Segurança e Ordem Pública, Diego Alves. A ativista foi retirada do local após esse episódio.

“É importante ressaltar a reincidência deste comportamento. Na sexta-feira (17/02), ela foi autorizada a entrar na área de segurança do evento, mesmo sem estar credenciada para a cobertura do Carnaval. Contudo, ela quis se dirigir ao palco principal, forçando sua entrada após a equipe não ter permitido o acesso ao palco, assim como o de nenhuma equipe de jornalismo. Em razão deste comportamento, sua entrada na área restrita não foi autorizada no sábado (18). Identificada a invasão no domingo (19), a jornalista foi convidada a se retirar após tentar subir ao palco mais uma vez. No entanto, ela não recebeu bem a tentativa de diálogo dos profissionais da Prefeitura e alterou seu comportamento”, diz o comunicado.

Por sua vez, Sara afirma que sua entrada na área reservada foi permitida, mas que a sua retirada teria sido pedida à equipe de segurança pelo secretário adjunto de turismo, Rodolfo Jhota, por falta de autorização para estar no espaço. Ainda segundo os relatos de Sara, os seguranças agiram com truculência e tomaram o celular que estava na mão do assessor que a acompanhava, mesmo sem ela apresentar qualquer forma de resistência. A ativista afirma que chegou a ser enforcada. No trecho do vídeo, publicado pela ativista, ela aparece sendo empurrada com truculência pelos agentes.

Na nota publicada nesta quinta, a Prefeitura nega que hgouve enforcamento da professora.

“Sobre a narrativa de enforcamento propagada pela jornalista, esclarecemos que está distorcida. Diante do desacato e tentativa de agressão ao secretário de Ordem Pública do município, a jornalista foi imobilizada por um agente da Guarda Municipal com o objetivo de cessar a tentativa de agressão. A Prefeitura de São Pedro da Aldeia informa que adotará as medidas cabíveis para provar a verdade dos fatos e reforça seu repúdio a qualquer tipo de discriminação”, destacou.

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