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Digital Trust Index 2026: Ceticismo em relação à IA e dificuldades em acessar a identidade geram perda de receita

A Thales divulgou hoje o Digital Trust Index 2026(Índice de Confiança Digital 2026), um dos estudos internacionais mais abrangentes sobre confiança digital. O estudo, que consultou 15.000 consumidores, parceiros e gestores de TI em 13 setores, indica que a confiança digital é conquistada ou perdida durante o cadastro, o login e ao longo de todo o ciclo de vida do tratamento de dados pessoais.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260331866888/pt/

Beyond banking’s clear lead, the rest of the sectors fall well behind in consumer confidence. ©Thales

Beyond banking’s clear lead, the rest of the sectors fall well behind in consumer confidence. ©Thales

A confiança do consumidor é definida no momento do login

Para os consumidores, a confiança digital muitas vezes começa no login. Contudo, 57% relataram problemas para acessar um site no último ano, e 68% abandonaram ou trocaram de provedor devido ao desempenho lento ou a processos de cadastro complicados. Quando o acesso parece muito lento ou intrusivo, 33% migram para um concorrente ou desistem da tentativa, enquanto 36% adiam a interação ou buscam canais alternativos.

Os consumidores não exigem velocidade em detrimento da segurança. 45% dizem preferir verificações de segurança mais robustas, mesmo que os cadastros demorem mais, em comparação a 22% que preferem um acesso mais rápido e com proteções menos estritas. Medidas de segurança conhecidas ajudam a gerar confiança, com 69% afirmando que a autenticação multifatorial aumenta a confiança e 68% declarando o mesmo sobre as senhas eletrônicas. Ainda assim, apenas 16% dizem entender claramente como as empresas coletam e usam seus dados pessoais.

A adoção de IA supera a confiança

À medida que as organizações aceleram o uso da IA generativa, 93% dos líderes de TI dizem já utilizar, implementar ou planejar iniciativas de inteligência artificial. Entretanto, a confiança do consumidor não acompanhou este ritmo: apenas 23% afirmam confiar que as empresas farão uso da IA de modo responsável com seus dados, enquanto 77% se mostram preocupados com agentes de IA agindo em seu nome online.

As lacunas de confiança aumentamàmedida que o setor bancário avança

O Digital Trust Index 2026 mostra que a diferença entre os setores mais confiáveis ​​e os demais vem aumentando consideravelmente. O setor bancário se destaca como o setor mais confiável, com 57% (um aumento em relação aos 44% em 2025), tornando-se o único setor em que mais de dois em cada cinco consumidores se sentem confortáveis ​​em compartilhar suas informações pessoais online. A maioria dos outros setores continua operando com um déficit de confiança, onde a diferença entre o que as organizações acreditam oferecer e a experiência real dos usuários propicia abandono, soluções alternativas demoradas e aumento do risco.

Além da clara liderança do setor bancário, os demais setores ficam bem atrás em termos de confiança do consumidor. Os serviços governamentais ocupam o segundo lugar, com 40%, seguidos pela saúde, com 35%. A confiança cai drasticamente além destes setores principais, com seguros (23%) e educação (15%) formando um distante segundo escalão. Os setores voltados ao consumidor apresentam índices muito mais baixos, incluindo varejo (10%), mídias sociais (9%), entretenimento (7%) e hotelaria (6%), enquanto a mídia jornalística (5%), logística (4%) e automotivo (3%) ficam na parte inferior da lista. Em geral, os consumidores depositam maior confiança online nos setores responsáveis ​​pelo gerenciamento de dados pessoais sensíveis e serviços essenciais, enquanto empresas de entretenimento, mídia e plataformas digitais apresentam níveis de confiança mais baixos.

Atritos geram atrasos e riscos aos parceiros

Para os parceiros de negócios, a confiabilidade do acesso afeta diretamente a entrega de projetos e a receita. O processo de integração continua inconsistente, com apenas 22% recebendo credenciais de login imediatamente e apenas 30% obtendo permissões completas no primeiro acesso, o que gera atrasos que se propagam pelos ciclos de vendas e compromissos com os clientes. Quando os processos oficiais são lentos, surgem soluções alternativas arriscadas. 66% admitem compartilhar ou pegar emprestado credenciais, frequentemente devidoàlentidão no provisionamento, o que ocasiona falhas de segurança ocultas e aumenta o risco de violações.

Líderes de TI percebem o risco, mas têm dificuldade em reduzir a lacuna

O Digital Trust Index 2026 mostra que os líderes de TI reconhecem a importância da autenticação moderna. 87% afirmam que oferecer senhas é importante, mas apenas 49% o fazem atualmente. Esta lacuna representa tanto um risco como uma oportunidade, já que os consumidores esperam uma segurança mais sólida e integrada.

“O Digital Trust Index de 2026 revela que, embora a adoção da IA ​​venha se acelerando, a confiança tem dificuldades para acompanhar o ritmo”, disse Danny DeVreeze, Vice-Presidente de Gestão de Identidade e Acesso da Thales. “Quando a IA simplesmente ajuda as pessoas a trabalharem com mais rapidez, a confiança é alta. Mas quando a IA começa a agir de modo autônomo e tomar decisões ou interagir com sistemas em nome do usuário, as pessoas começam a fazer perguntas mais complexas sobre segurança, controle e responsabilidade.”

Estruturando o acesso como estratégia de negócios

O Digital Trust Index 2026 demonstra que a gestão de identidade e acesso são alavancas comerciais, e não funções administrativas. A confiança aumenta quando a autenticação e as permissões são confiáveis, adaptáveis ​​e claramente explicadas. Quando são lentas ou opacas, o abandono de processos cresce, o compartilhamento de credenciais se dissemina e há perda de receita. Organizações que priorizam a modernização da autenticação, a governança de dados e a transparência no uso da IA garantem uma vantagem competitiva em uma economia digital cada vez mais automatizada e impulsionada por IA.

Metodologia

A pesquisa foi conduzida por Vanson Bourne em janeiro e fevereiro de 2026, com entrevistas com 14.300 consumidores, 1.300 usuários parceiros e 200 tomadores de decisão de TI nos EUA, Canadá, México, Brasil, Reino Unido, França, Alemanha, Países Baixos, EAU, África do Sul, Singapura, Japão e Austrália.

Sobre a Thales

A Thales (Euronext Paris: HO) é líder global em tecnologias avançadas para os setores de Defesa, Aeroespacial e Cibernético e Digital. Seu portfólio de produtos e serviços inovadores ajuda a enfrentar diversos desafios importantes: soberania, segurança, sustentabilidade e inclusão.

O Grupo investe € 4,5 bilhões por ano em Pesquisa e Desenvolvimento em áreas-chave, especialmente para ambientes críticos, como Inteligência Artificial, Cibersegurança, Computação Quântica e Tecnologias em Nuvem.

A Thales possui mais de 85.000 funcionários em 65 países. Em 2025, o Grupo gerou vendas de € 22,1 bilhões.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa

Thales, Relações com a Mídia

Segurança e Segurança Cibernética

Marion Bonnet

+33 (0)6 60 38 48 92

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

Sandro Peixoto

Sandro Peixoto, jornalista, cronista de Búzios, foi repórter em O Perú Molhado

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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