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Municípios mineradores debatem riscos da mineração em MG

Municípios mineradores debatem riscos da mineração em MG
Municípios mineradores debatem riscos da mineração em MG

Em uma região historicamente marcada pela presença da mineração, o debate sobre segurança operacional e impactos econômicos da atividade mineral voltou ao centro das atenções após um novo incidente registrado em Congonhas (MG), na região central de Minas Gerais. O episódio reacendeu discussões entre gestores públicos sobre os riscos recorrentes associados à atividade e sobre o papel dos municípios na fiscalização e prevenção de acidentes.

Nesse contexto, prefeitos e representantes de cidades mineradoras de diferentes regiões do país irão se reunir no município no próximo dia 19 de março (quinta-feira) para discutir segurança na mineração. Na ocasião, também serão debatidos assuntos como a Reforma Tributária e estratégias para ampliar a fiscalização e a arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

A reunião será realizada durante a 61ª Assembleia Geral da Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (AMIG Brasil), convocada para ocorrer no Auditório da Romaria, em Congonhas, com primeira chamada às 8h e segunda às 9h. O encontro reunirá prefeitos e gestores municipais, incluindo municípios diretamente afetados pela atividade minerária.

De acordo com o presidente da AMIG Brasil, Marco Antônio Lage, a assembleia ocorre em um momento considerado estratégico para as cidades que concentram atividades de mineração. "As cidades mineradas e afetadas sustentam parte significativa da economia brasileira, mas convivem com riscos permanentes, pressões ambientais e perdas expressivas de arrecadação. Esta Assembleia será fundamental para consolidarmos uma atuação técnica, jurídica e política mais forte e coordenada", afirma.

Reincidência de acidentes em debate

Entre os principais temas da programação está a discussão sobre a reincidência de acidentes ambientais ligados à mineração no país. O município de Congonhas apresentará os casos das Minas de Viga e de Fábrica como exemplos para ampliar o debate sobre prevenção de riscos e proteção das comunidades impactadas.

A programação inclui também a palestra "Mineração e risco: o poder e o dever dos Municípios", ministrada pelo consultor ambiental da AMIG Brasil, Thiago Metzker, que vai abordar os instrumentos legais disponíveis às administrações municipais para atuação em fiscalização e mitigação de danos.

Estrutura de fiscalização municipal

Outro ponto previsto na agenda é o debate sobre como os municípios podem estruturar e financiar sistemas próprios de fiscalização da atividade minerária. O tema será apresentado pela consultora da associação para assuntos da Reforma Tributária, Flávia Vilela.

Segundo a entidade, a proposta é discutir caminhos técnicos que permitam às prefeituras ampliar a capacidade de controle da atividade mineral com segurança jurídica e sustentabilidade financeira.

"Defendemos que os municípios tenham não apenas o dever, mas também as condições reais de exercer a fiscalização. Isso exige planejamento, segurança jurídica e fontes de custeio bem estruturadas", ressalta Lage.

Impactos da Reforma Tributária

Durante a assembleia também será apresentado um estudo elaborado pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que analisa os impactos da Reforma Tributária e da Lei Kandir sobre as receitas de municípios mineradores.

"O levantamento busca mensurar perdas financeiras enfrentadas por essas cidades e pode subsidiar propostas de compensação para os municípios que concentram atividades de exploração mineral", explica Marco Antônio Lage.

Estratégia jurídica sobre a CFEM

Outro eixo da reunião será a discussão sobre processos judiciais relacionados à arrecadação da CFEM, conduzida pelo consultor jurídico da AMIG Brasil, Rogério Moreira. A associação pretende apresentar um diagnóstico das ações em curso e discutir estratégias de atuação conjunta para garantir o repasse de valores considerados devidos aos municípios.

Para o presidente da entidade, a participação dos gestores municipais é considerada importante para fortalecer a articulação institucional das cidades mineradoras. "A presença de cada prefeito e gestor é fundamental para o fortalecimento da atuação conjunta dos municípios e para o avanço das pautas prioritárias do setor", reitera Marco Antônio Lage.

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