Vereadores de Macaé aprovam inclusão de novos grupos prioritários na vacinação contra a Covid-19

Grupos propostos são: grávidas e puérperas, pessoas com comorbidade, pessoas com deficiência e autistas, além de profissionais ligados à educação

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Nesta quarta-feira (5), a Câmara de Macaé aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei (PL) 044/2021, que estabelece novos grupos prioritários para a campanha de imunização contra a Covid-19. Se for sancionada pelo prefeito, a iniciativa contemplará grávidas e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), pessoas com comorbidade, pessoas com deficiência e autistas, além de profissionais ligados à educação.

O PL tem a autoria dos vereadores Iza Vicente (Rede), Luiz Matos (PRB), Professor Michel (Patriota), Alan Mansur (Cidadania), Guto Garcia (PDT) e o presidente Cesinha (Pros). O consenso se deu que ocorreu em regime de urgência.

A vereadora Iza pediu ainda mais atenção aos servidores da rede pública que voltaram a dar expediente nas escolas. Eles foram convocados para a distribuição de material didático. Sobre este ponto, Thales Coutinho (Podemos) solicitou que o Executivo imunize com as duas doses todos os servidores que estejam em trabalho presencial na entrega dos kits. A indicação também contou com apoio unânime do plenário.

Transparência na vacina

Na mesma sessão, Edson Chiquini (PSD) cobrou do governo a justificativa sobre um servidor, que é nomeado na Controladoria, ter recebido duas doses da vacina, sendo a primeira no início do ano. “Recebemos várias denúncias e nosso papel é investigar”.

Quando Guto informou que o profissional estaria desempenhando atividades na secretaria de Saúde, Iza ponderou. “Em janeiro, as vacinas deveriam ser destinadas somente para quem estivesse na linha de frente contra a Covid-19 e ainda nem havia doses suficiente para todos do grupo”.

O requerimento contou com voto favorável de todos os vereadores e ainda serviu para que o plenário cobrasse maior segurança nos pontos de vacinação, especialmente aos servidores que atuam na campanha. Segundo Edson, há relatos até mesmo de ameaças.

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