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Credicom faz ação de doação de sangue com Hemoninas

Credicom faz ação de doação de sangue com Hemoninas

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A ação ganha relevância em um momento de queda nos estoques de sangue no estado. Além disso, reforça um dos sete princípios cooperativistas: o interesse pela comunidade, que se traduz em iniciativas voltadas para o bem-estar coletivo.

Fenasan 2025 terá debate sobre Economia circular e lucro no saneamento

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Mesa-redonda discutirá inovação e aproveitamento de resíduos no setor. Por meio da inovação com redução de perdas e aproveitamento máximo de resíduos, discussão vai possibilitar que boas ideias de aproveitamento sejam compartilhadas e transformadas em iniciativas de negócio.

Gestão de concessão por meio da URAE será debatida no Encontro Técnico AESabesp

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Mesa-redonda aborda desafios contratuais da Sabesp em municípios operados. A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Governo de São Paulo, Natália Resende; a diretora de Relações Institucionais da Sabesp, Samanta Souza; e o superintendente de fiscalização da Arsesp, Luiz Antonio de Oliveira Junior, integrarão a discussão.

Infraestrutura urbana e clima extremo serão temas de debate na Fenasan 2025

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Objetivo é apresentar múltiplas perspectivas sobre a implementação de tecnologias avançadas, como o reúso direto e indireto de efluentes tratados, recuperação de áreas degradadas, soluções baseadas na natureza, bem como a necessidade de integração dessas soluções às políticas públicas.

Réuso de água será debatido no 36º Encontro Técnico AESabesp

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Mesa-redonda discutirá estratégias para gestão sustentável e universalização do saneamento no Brasil. Em um cenário de desigualdades no acesso à água e de escassez hídrica cada vez mais frequente, o reúso surge como solução estratégica para garantir segurança hídrica e apoiar a universalização do saneamento no Brasil

Chega ao país nova técnica para mensurar créditos de carbono

Chega ao país nova técnica para mensurar créditos de carbono

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Uma metodologia inédita de mensuração de créditos de carbono, desenvolvida no Brasil e validada pela Bureau Veritas, utiliza dados de satélites e inteligência artificial para calcular o sequestro de CO₂ em áreas de vegetação nativa. O modelo, considerado mais preciso e acessível, pode retroagir até 11 anos, incluir pequenas propriedades e deve ampliar a participação brasileira no mercado global de carbono, estimado em US$ 50 bilhões até 2030