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Quem mandou matar Marielle?: a pergunta que ecoa há 4 anos continua sem resposta

O caso já teve passagem de três grupos de promotores e está sob a investigação do quinto delegado. Foto reprodução I internet
O caso já teve passagem de três grupos de promotores e está sob a investigação do quinto delegado. Foto reprodução I internet

Até o momento, apenas os suspeitos de executar o crime foram identificados

A pergunta que ecoa nos últimos 4 anos no Brasil é: quem mandou matar Marielle? A resposta para esse crime brutal ainda é um silêncio. Mas não um simples silêncio, um silêncio ensurdecedor que gera revolta, dor e lágrimas. O assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco e Anderson Gomes ainda é um mistério. Até o momento, apenas os suspeitos de executar o crime foram identificados.

O atentado ao carro onde estavam aconteceu na noite de 14 de março de 2018, no bairro Estácio, na região central do Rio. Marielle foi morta com 13 tiros que também atingiram Anderson. No Brasil dizem que a justiça é lenta, nesse caso está a passos de tartaruga mesmo. Celeridade e transparência passam longe das investigações. O caso já teve passagem de três grupos de promotores e está sob a investigação do quinto delegado. 

Até agora, somente duas pessoas foram presas: sargento reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Élcio Queiroz. Eles estão presos desde março de 2019, o primeiro apontado como autor dos disparos e o segundo por dirigir o carro de onde partiram os disparos. Eles foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como assassinos da vereadora e do motorista, e vão a júri popular, ainda sem data marcada.
 
Sobre Marielle Franco

Mulher, negra, mãe, filha, irmã, esposa e cria da favela da Maré. Era socióloga com mestrado em Administração Pública e foi eleita Vereadora da Câmara do Rio de Janeiro, com 46.502 votos e, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara.

Marielle se formou pela PUC-Rio, e fez mestrado em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua dissertação teve como tema: “UPP: a redução da favela a três letras”. Iniciou sua militância em direitos humanos após ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de bala perdida, num tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo da Maré.

Ela trabalhou em organizações da sociedade civil como a Brasil Foundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré (Ceasm). Coordenou a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e construía diversos coletivos e movimentos feministas, negros e de favelas.


Fonte: Instituto Marielle Franco

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