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Professores e alunos reclamam de falta de ar-condicionado e ventiladores em escola de Búzios

Como se diz no Brasil: “o ano só começa após o Carnaval”, entretanto, a semana da folia neste ano será em março. Com esse espaço, entre o fim das férias e o carnaval, as aulas voltaram na maioria das escolas da Região dos Lagos. Em Búzios, por exemplo, no Colégio Paulo Freire, as aulas voltaram e há alguns problemas relatados por professor e alunos.

“A volta as aulas no Paulo Freire está sendo marcada pelo desconforto térmico”, frase de um professor de história do Colégio, em suas redes sociais. O professor foi à internet expressar o que viu nesse inicio de ano letivo. Segundo ele, das 10 salas de aulas ocupadas por turmas no turno da manhã, apenas 3 estão com ar-condicionado funcionando.

Ainda de acordo com ele, as outras 7 salas contam com ventiladores (muitos não circulam), “mas mesmo assim o calor é intenso. As vezes temos que buscar alternativas, como salas vazias (nem sempre disponíveis) ou espaços alternativos” relatou.

O professor coloca o seu ponto de vista sobre a temperatura ambiente e faz duras críticas ao governo municipal. “Acredito não ser necessário buscar em relatórios de organismos internacionais, nem de especialistas em educação, o estrago que o desconforto térmico provoca no processo de ensino/aprendizagem.  Não estamos falando de algum município miserável do Nordeste. Trata-se do quinto destino do turismo nacional. Búzios, de Brigitte Bardot, da Rua das Pedras e do glamour cosmopolita”, critica.

Uma aluna do turno da noite, Bianca Soares, relatou um problema ainda maior. No início de 2018, foi cogitado o fechamento da unidade escolar, o que gerou uma grande repercussão. “Então, no turno da noite só tem três turmas por causa daquele assunto que queriam fechar o turno, lutamos e conseguimos manter, porém só abriram três turmas”, relatou.

Ao ser perguntado sobre a situação, alguns alunos não se pronunciaram. Uma aluna do segundo ano, que não quis se identificar, confirma o que o professor relatou. “É verdade, está calor demais. Estamos sem ar-condicionado nas salas e não da para concentrar”, disse.

Ao Prensa a Secretaria de Educação informou que os ventiladores novos chegarão ainda nesta quinta-feira (21) e que serão instalados imediatamente.

Paulo Freire quase fechou

No inicio de 2018, professores do Paulo Freire se reuniram para protestar contra o possível fechamento do estabelecimento de ensino à época. Segundo alguns professores, alunos do 3° ano foram remanejados para o Colégio Estadual João de Oliveira Botas, na Praia da Armação.

A Secretaria Municipal fez uma reunião com todos os diretores das escolas para tratar de assuntos referentes à educação na cidade. Em um desses assuntos estava: inclusão do 9° ano na escola; modificação do ensino médio do INEFI e do Paulo Freire, sendo a redução do 3° ano. Houve também uma reunião com a equipe do Colégio Oliveira Botas, onde garantiriam os alunos transferidos para a unidade estadual dentro da logística de Armação dos Búzios.

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