A Petrobras confirmou na tarde dessa segunda-feira (26) que o navio adernado na Bacia de Campos não corre risco de afundar. O navio plataforma prestava serviço à estatal pela empresa Modec no campo de Espadarte, a 130 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. Apesar do Sindipetro NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense) ter denunciado risco de naufrágio, a estatal ressaltou que a embarcação encontra-se em “equilíbrio estático”. De acordo com o Sindipetro NF, cerca de 100 trabalhadores foram retirados do navio e, após desembarque, estão em Macaé.
A Petrobras informou também que as trincas no casco do navio causaram vazamento de 1,2 mil litros de óleo, mas na noite dessa segunda-feira (26), durante sobrevoo feito pela empresa Modec, foi observado óleo no mar com volume estimado em 6,6 metros cúbicos, além do vazamento antes identificado.
Este é o segundo vazamento de óleo na mesma unidade neste ano. Em janeiro, após o aparecimento de manchas de óleo em praias de Arraial do Cabo, a Petrobras confirmou que um furo no casco de uma embarcação, que também prestava serviço à empresa Modec, causou o vazamento de de 1,4 mil litros de óleo no mar.
O navio plataforma FPSO Cidade do Rio de Janeiro é uma embarcação que integra a lista de plataformas antigas que a Petrobras pretende desativar. A embarcação começou a operar para a estatal em 2007.
Nessa segunda-feira (26), o Sindipetro NF divulgou que a Petrobras informou que uma equipe especializada será mobilizada para desencorar a embarcação e levá-la a um estaleiro.