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STF retoma, nesta quinta (7), julgamento sobre royalties do petróleo com impacto bilionário para o Rio

Ministros analisam lei que pode alterar distribuição de recursos entre estados produtores e não produtores
Ministros analisam lei que pode alterar distribuição de recursos entre estados produtores e não produtores / foto divulgação
Ministros analisam lei que pode alterar distribuição de recursos entre estados produtores e não produtores / foto divulgação

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quinta-feira (7) a análise das ações que discutem a redistribuição dos royalties do petróleo e gás natural entre estados brasileiros. A decisão pode provocar forte impacto financeiro em estados produtores, especialmente no Rio de Janeiro, maior beneficiado pelas regras atuais.

Os ministros julgam a validade da lei aprovada em 2012 que ampliou a participação de estados e municípios não produtores na divisão dos recursos arrecadados com a exploração petrolífera. A norma nunca entrou efetivamente em vigor porque seus efeitos foram suspensos por decisão cautelar da própria Corte.

A retomada do julgamento ocorre após manifestações de representantes dos estados envolvidos. Procuradores do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo defenderam a manutenção do modelo atual, argumentando que os royalties funcionam como compensação pelos impactos econômicos, ambientais e sociais da atividade petrolífera.

Do outro lado, estados não produtores sustentam que os recursos devem ser distribuídos de maneira mais ampla entre os entes federativos. O debate chegou a levantar questionamentos sobre possíveis reflexos semelhantes em receitas ligadas a hidrelétricas e mineração.

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Rio de Janeiro concentrou, em 2025, cerca de 88% da produção nacional de petróleo e 77% do gás natural. Técnicos e representantes do governo estadual estimam que uma eventual mudança nas regras poderá gerar perdas superiores a R$ 21 bilhões anuais para o estado e municípios fluminenses produtores.

A sessão será conduzida pela ministra Cármen Lúcia, relatora das ações, seguida pelos votos dos demais ministros do STF.

Sandro Peixoto

Sandro Peixoto, jornalista, cronista de Búzios, foi repórter em O Perú Molhado

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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