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Desempenho físico dos jogadores no 2º jogo do Brasil na Copa do Mundo

(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

O Brasil jogou, na sexta-feira (22/06), sua segunda partida na Copa do Mundo contra a seleção da Costa Rica no estádio Zenit São Petersburgo, o mais caro dos estádios construídos pelo governo da Rússia, com um bilhão de dólares como custo, cerca de 3,7 bilhões de reais.

O Brasil venceu 10 dos 11 confrontos que teve com a seleção da Costa Rica. Apesar das estatísticas do jogo ter sido predominantemente brasileiro, como por exemplo 72% de posse de bola contra 28% da equipe da Costa Rica, o Brasil somente conseguiu marcar seu primeiro gol com o jogador Philippe Coutinho nos acréscimos do jogo. O placar foi ampliado para 2 x 0 também na mesma situação com o jogador Neymar.

Ao contrário do primeiro jogo contra a forte seleção da Suíça, que aconteceu no período noturno na arena Rostov com temperaturas de 25 graus, a jogo contra a Costa Rica foi na cidade de São Petersburgo, com diferença de 20 graus nos termômetros, isso explicado pela imensidão geográfica do país.

Mais uma vez, o jogador Coutinho teve a melhor performance física na partida, com 11 km corridos. Segundo o preparador físico da seleção Fábio Mahseredjian, Philippe teve uma mudança de postura e vem evoluindo fisicamente. Ganhou peso, massa magra e potência muscular.

Neste jogo em especial, vimos uma seleção jogando em baixo do sol das 15h no horário russo, mas com uma enorme disposição de vencer a partida. Mesmo após o acréscimo, os jogadores não desistiam fisicamente de correr atrás de vitória que dava uma suposta classificação para a próxima fase do mundial. Isso tudo gera um desgaste físico e psicológico, além de desidratação dos jogadores.

A equipe da Costa Rica veio com uma proposta defensiva, com cinco jogadores bem compactos no meio de campo, o que dificultava a entrada de bola da equipe brasileira. A aposta da equipe ficava por conta dos contra-ataques que os costarriquenhos tentavam encaixar durante o jogo. Isso também provocou nos adversários um desgaste físico muito grande, sendo que ao final da partida dava para observar nos jogadores caindo em campo com dores musculares.

Autora: Prof. Dra. Bárbara Schausteck de Almeida da Licenciatura e Bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.

 

 

 


(Foto Capa: Lucas Figueiredo/CBF)e

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