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Depois de ser preso, Glaidson Acácio é apontado em outro escândalo de pirâmide financeira

Glaidson Acácio foi encontrado na quarta-feira (25) em uma mansão em Itanhangá, Zona Oeste do Rio.  Ele é suspeito de chefiar o sistema de pirâmides ou “esquemas ponzi” na Região dos Lagos.

Foto: Reprodução I Jornal Extra
Glaidson Acácio foi encontrado na quarta-feira (25) em uma mansão em Itanhangá, Zona Oeste do Rio.  Ele é suspeito de chefiar o sistema de pirâmides ou “esquemas ponzi” na Região dos Lagos. Foto: Reprodução I Jornal Extra

Desta vez o ex-garçom é vítima de um grupo de investidores em moedas digitais no Paraná

Dois dias após a prisão, o empresário Glaidson Acácio dos Santos é apontado em outro escândalo de pirâmide financeira. Desta vez, o proprietário da GAS Consultoria Bitcoin, é vítima do Grupo Bitcoin Banco do Paraná. O ex-garçom é uma das pessoas que investiram em criptomoedas nas empresas de Cláudio José de Oliveira, conhecido como o “Rei do Bitcoin”, alvo de investigação da Polícia Federal que acabou sendo preso dois dias antes das empresas decretarem falência oficialmente. As informações são do Tribunal de Justiça do Paraná, divulgadas pelo Jornal Extra nesta sexta-feira (27).

De acordo com a apuração do veículo, Glaidson Acácio teria em posse da empresa R$19,4 milhões, e se junta a cerca de 7 mil clientes lesados e entre os dez com maiores montantes a receber. Cláudio José também se apresentava como investidor em moedas digitais e o seu grupo era composto por oito empresas.

A reportagem explica que as investigações contra Cláudio começaram em 2019, quando ele registrou um boletim de ocorrência alegando ter sido vítima de um ataque cibernético. As autoridades desconfiaram de que poderia ser uma armação para não realizar os pagamentos aos clientes. Enquanto as ações civis as quais ele respondia corria, o empresário conseguiu uma ordem de recuperação judicial que interrompeu o andamento dos processos. Após isso, a justiça entendeu que poderia ser uma manobra para resguardar o patrimônio dos proprietários.

A prisão do “Rei do Bitcoin” foi no dia 7 de julho deste ano junto com outras quatro pessoas suspeitas. No montante da apreensão foram oito carros de luxo, jóias e dinheiro em espécie.  Dois dias depois a 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de Curitiba decretou a falência de todas as empresas e ordenou a identificação dos credores, entre eles Glaidson Acácio. Todos esses bens ligados aos presos podem ser usados no ressarcimento dos clientes lesados no esquema.

Audiência de custódia

O proprietário da GAS Consultoria Bitcoin, Glaidson Acácio dos Santos, e outros dois presos, Arthur dos Santos Leite e Guilherme Silva de Almeida, na operação “Kryptos” participam nesta sexta-feira (27) de uma audiência de custódia, segundo informações do G1.

Glaidson Acácio foi encontrado na quarta-feira (25) em uma mansão em Itanhangá, Zona Oeste do Rio.  Ele é suspeito de chefiar o sistema de pirâmides ou “esquemas ponzi” na Região dos Lagos.

Os investigadores cumpriram 15 mandados de busca e apreensão e cinco pessoas foram presas. Os policiais encontraram R $13,8 milhões em espécie e 591 bitcoins, que equivalem, na cotação atual, a quase R $150 milhões, 21 carros de luxo, dólares, euros, barras de ouro, joias, celulares, aparelhos eletrônicos e documentos.

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