Uma manifestação sobre a situação da Escola Municipal Justiniano de Souza, em Cabo Frio, foi apresentada nesta semana ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) por representantes de moradores da região. O documento reúne depoimentos de pais e professores e aponta preocupações relacionadas às condições da unidade escolar.
A iniciativa partiu de integrantes do Conselho Escolar da escola, que solicitaram apoio do coordenador do Grupo de Moradores do Loteamento Praias Rasas III, o auditor Marcos Nobrega. Segundo os envolvidos, a visita ao MPRJ teve como objetivo formalizar as queixas e pedir acompanhamento institucional do caso.
De acordo com os representantes, o procedimento deverá tramitar em sigilo para preservar a identidade dos denunciantes. Os relatos encaminhados ao Ministério Público tratam de questões consideradas sensíveis pela comunidade escolar e buscam garantir a apuração dos fatos.
O Ministério Público poderá avaliar o material apresentado e decidir sobre eventuais medidas a serem adotadas. Até o momento, não há informações públicas sobre abertura de inquérito ou prazo para manifestação oficial do órgão.
A Escola Municipal Justiniano de Souza atende estudantes da região e integra a rede pública de ensino de Cabo Frio. A Prefeitura ainda não havia se pronunciado sobre o teor da manifestação até o fechamento desta edição.


