As obras do Brasil Surfe Clube Aretê Búzios alcançaram uma etapa estrutural decisiva e consolidam um dos empreendimentos esportivos mais ambiciosos já implantados no país. No bairro planejado Aretê Búzios está em construção a piscina de ondas mais extensa do Hemisfério Sul, um equipamento que reposiciona a cidade no mapa global do surfe e do turismo esportivo de alto padrão.
O projeto é desenvolvido pelo Brasil Surfe Clube em parceria com o Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário, com investimento estimado em R$ 290 milhões. A inauguração está programada para o segundo semestre deste ano.
Tecnologia que muda o eixo do surfe

A piscina utilizará a tecnologia Endless Surf, do grupo canadense WhiteWater, referência mundial em entretenimento aquático e já presente em empreendimentos de padrão internacional. O sistema permitirá ondas contínuas de até 25 segundos, com geração simultânea para direita e esquerda, além da capacidade de produzir até 700 ondas por hora.
“O surf é hoje um esporte olímpico, que conjuga cultura do mar, prática esportiva e qualidade de vida. Implantar uma piscina de ondas com a tecnologia mais avançada do mundo em Búzios é totalmente coerente com o conceito do bairro Aretê”, afirma Pedro Bulhões, gestor do Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário.
A estrutura técnica foi pensada para atender desde iniciantes até atletas profissionais. A área denominada “Peak” contará com ondas que podem chegar a três metros de altura, enquanto a “Shore” oferecerá condições mais suaves, em um ambiente controlado e previsível — fator determinante para treinamentos de alto rendimento.
Um novo posicionamento internacional para Búzios
Mais do que um clube de surfe, o empreendimento introduz um novo vetor de desenvolvimento para Búzios. A cidade passa a integrar um seleto grupo de destinos capazes de oferecer ondas de padrão mundial durante todo o ano, independentemente das condições naturais do mar.
“O Rio de Janeiro tem um litoral com excepcional vocação para o surfe. Levar esse esporte para um ambiente controlado, com 25 tipos diferentes de ondas, amplia o acesso, o treinamento e o alcance internacional do destino”, diz Bulhões.

A piscina ocupará 13 mil metros quadrados de lâmina d’água em um terreno total de 140 mil metros quadrados, dos quais cerca de 70 mil metros quadrados serão destinados à preservação ambiental. O projeto dialoga com o entorno e com o complexo esportivo do Aretê, que já reúne mais de 30 modalidades, incluindo golfe, natação, ciclismo, esportes de quadra e de praia.
Surfe, hotelaria e turismo de permanência
O Brasil Surfe Clube Aretê Búzios também aposta na integração entre esporte, hospedagem e lifestyle. O complexo contará com hotel, 25 bangalôs, escola de surfe, academia, spa, restaurante comandado por chef renomado e áreas de convivência integradas à paisagem natural.
“Nossa piscina de ondas é um palco para quem deseja aperfeiçoar a técnica, se desafiar e, ao mesmo tempo, desfrutar de momentos de lazer e convivência”, afirma Ricardo Laureano, CEO do Brasil Surfe Clube.
A proposta reforça um modelo de turismo de permanência, com impacto direto na economia local e potencial de reduzir a sazonalidade, atraindo atletas, famílias, eventos e visitantes especializados ao longo de todo o ano.
Exclusividade e efeito territorial
O acesso ao clube será restrito a membros, com 600 títulos disponibilizados, garantindo direito de uso perpétuo. Não haverá venda de sessões avulsas, o que reforça o caráter exclusivo da operação. Ainda assim, o impacto urbano e simbólico extrapola os limites do empreendimento.
Ao sediar a maior onda artificial do Hemisfério Sul, Búzios deixa de ser apenas um cenário consagrado pelo turismo de praia e passa a ocupar uma posição estratégica no circuito internacional do surfe. Um movimento que redefine a escala da cidade no mundo — e estabelece um marco sem precedentes em sua história recente.


