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Transplante Capilar FUE é solução moderna para calvície

Transplante Capilar FUE é solução moderna para calvície
Transplante Capilar FUE é solução moderna para calvície

A perda de cabelo preocupa especialmente os jovens, segundo pesquisa divulgada pelo jornal O Globo. O levantamento mostra que 88% das pessoas de 18 a 24 anos disseram estar preocupadas com a queda capilar, percentual acima da média da população geral, de 74%. O relatório indica ainda que o impacto na confiança acomete um quarto dos entrevistados e gera efeitos na saúde mental de 10% dos respondentes.

No Brasil, 80% dos pacientes procuram restauração capilar por queda genética, conforme dados da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC). Outros 10% buscam por causas medicamentosas, nutricionais, hormonais ou dermatológicas, 5% por reconstrução e 5% por indicações pós-cosméticas. De acordo com a entidade, homens representam 90% dos pacientes cirúrgicos, e mulheres, 10%.

O Dr. Diogo Valli Anderle, médico especialista em transplante capilar na clínica FUE Capilar, pontua que há inúmeros estudos científicos em andamento que prometem ampliar ainda mais as possibilidades de tratamento para a calvície. "Pesquisas que lidam com o uso de células-tronco ou de outros componentes da unidade folicular, com intuito de recuperar áreas calvas, possuem grande relevância em casos em que a alopecia já está instalada".

Segundo ele, os avanços tecnológicos e médicos contribuíram para que a técnica cirúrgica conhecida atualmente como transplante capilar moderno fosse lapidada e consolidada. Esse conhecimento foi difundido para uma vasta comunidade médica, o que possibilitou tornar o procedimento mais acessível e confiável para os pacientes.

"Toda cirurgia possui uma curva de aprendizado, a qual vai tornando-se mais aprimorada com o passar dos anos. Com mais profissionais médicos dominando a técnica, aumentou-se o acesso do paciente ao transplante capilar e, com o conhecimento e experiência acumulada, aliada à melhora dos resultados, o procedimento tornou-se mais confiável para os pacientes", conta o médico.

De acordo com estudo publicado na National Library of Medicine, a técnica FUE (Follicular Unit Extraction – Extração de Unidades Foliculares) representa um avanço significativo em relação aos métodos anteriores, reduzindo cicatrizes visíveis na área doadora e diminuindo o tempo de recuperação. Segundo o estudo, o procedimento evoluiu com o uso de sistemas que aumentam a precisão e a produtividade, permitindo a realização de mais de cinco mil unidades foliculares por dia.

Técnica FUE

A técnica FUE consiste em extrair as unidades foliculares (UFs) — unidade básica que gera os fios de cabelo — individualmente e transplantá-las de forma natural, o que a diferencia de técnicas mais antigas de transplante capilar.

"Nas técnicas anteriores, retiravam-se retalhos de pele que possuíam inúmeras unidades foliculares, porém elas precisavam ser separadas e isoladas. Eventualmente, o resultado ficava artificial, quando essa tira de pele não era trabalhada de forma minuciosa e o corte deixava uma cicatriz linear de orelha a orelha no paciente", explica o Dr. Diogo Valli Anderle.

O especialista destaca que os principais efeitos da técnica FUE são a cicatrização e a recuperação do paciente mais rápida, e a naturalidade do resultado. "A extração dos enxertos é realizada com equipamentos de 0,80 mm de diâmetro e sem nenhum tipo de corte com pontos; por isso, a cicatrização ocorre em 48 horas. O planejamento da distribuição dos folículos e a precisão técnica do profissional responsável determinam a naturalidade do resultado", acrescenta.

Entre as vantagens da técnica, apontadas pelo artigo científico, estão a possibilidade de usar cabelo curto, menor trauma cirúrgico e cicatrizes microscópicas quase imperceptíveis, enquanto os cirurgiões se beneficiam de menor necessidade de equipe e preparação mínima dos enxertos. A pesquisa ressalta que a FUE surge como alternativa promissora ao transplante capilar tradicional.

Planejamento cirúrgico

De acordo com o médico, um planejamento cirúrgico bem estruturado baseia-se principalmente no gerenciamento da área doadora, além de outros aspectos. "O paciente pode vir a precisar de mais de um transplante no futuro e o uso racional da reserva doadora pode oferecer bons resultados, assim como o uso inadequado dos folículos pode impedir a realização de outro transplante".

O Dr. Diogo Valli Anderle esclarece que o planejamento leva em consideração o tipo de cabelo, e que não é adequado realizar um transplante igual para tipos de cabelos diferentes. Por exemplo: cabelos lisos possuem caimento e podem cobrir determinadas regiões calvas; cabelos espessos geram mais densidade, porém têm menos caimento, portanto, o planejamento precisa ser individualizado.

Segundo o médico, a idade é um fator que sempre precisa ser levado em consideração no planejamento do transplante. Ele complementa que os principais fatores na elaboração estratégica do transplante são predisposição genética para a progressão para graus avançados de calvície e baixa capacidade da área doadora.

"Pacientes muito jovens, com alopecias severas e portadores de áreas doadoras de baixa densidade, caso sejam elegíveis para o transplante, precisarão aceitar que a linha de início do cabelo ficará mais alta e que a correção completa das entradas não será possível. Também é preciso ter em mente que a natureza cria em sua beleza rostos condizentes com a linha capilar que uma pessoa possui. Não respeitar essa máxima é incorrer em erros estéticos, gerando resultados não naturais", exemplifica.

O especialista alerta que, ao considerar a realização de um transplante capilar, é fundamental avaliar se o ambiente oferece segurança para o procedimento, se a cirurgia será de fato conduzida pelo médico responsável ou apenas supervisionada por ele, e qual é a experiência cirúrgica do profissional. Esses fatores, segundo ele, são determinantes para a segurança do paciente e a qualidade dos resultados.

Para maiores informações, basta acessar o site oficial da clínica do Dr. Diogo Valli Anderle: https://fuecapilar.com.br/

Sandro Peixoto

Sandro Peixoto, jornalista, cronista de Búzios, foi repórter em O Perú Molhado

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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