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Coleção Jorge M. Pérez explora a diáspora africana em “Améfrica” no CAAC, na Espanha

O Centro Andaluz de Arte Contemporânea (CAAC) em Sevilha apresenta Améfrica: Conexões Diaspóricas na Coleção Jorge M. Pérez (Améfrica), uma exposição com curadoria do curador e acadêmico brasileiro Helio Menezes e composta por obras do acervo da Coleção Jorge M. Pérez e do El Espacio 23 em Miami. A apresentação reúne 128 obras de 99 artistas e examina a influência global da diáspora africana através das gerações e geografias.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260303387355/pt/

Photo Credit: Pepe Morón

Photo Credit: Pepe Morón

Em exibição nos claustros norte e leste do museu até 10 de janeiro de 2027, a exposição abre o programa 2026 do CAAC com um projeto que aprofunda o diálogo cultural através do Atlântico.

A exposição oferece uma nova leitura da influência da África na formação das Américas, abordada através de lentes relacionais, políticas e estéticas. Abrangendo pintura, escultura, fotografia, instalação e práticas têxteis, a apresentação inclui artistas nascidos em mais de trinta países da África, Américas, Europa e Austrália, refletindo a dimensão global da diáspora africana e seu impacto duradouro na cultura contemporânea.

Os artistas apresentados incluem figuras reconhecidas internacionalmente como Kara Walker, María Magdalena Campos-Pons, Wifredo Lam, Rubem Valentim, Igshaan Adams, Zanele Muholi, El Anatsui e Esther Mahlangu. A apresentação também estabelece um diálogo entre pioneiros como Rubem Valentim, Bertina Lopes e Mahlangu e gerações posteriores, incluindo Nnenna Okore, Ayan Farah e Kapwani Kiwanga.

“Como colecionador, tenho interesse em apoiar obras que ampliem nossa compreensão da história e desafiem narrativas simplificadas”, afirma Pérez. “Améfrica destaca que compartilhamos origens entrelaçadas e que nenhuma expressão artística, nem nenhuma sociedade, surge de forma isolada. Somos o resultado de cruzamentos, trajetórias e memórias compartilhadas.”

A exposição se desdobra em cinco capítulos inspirados em ideias que Lélia Gonzalez identificou como centrais para os processos de africanidade.

Adaptação

Esta seção examina tanto as travessias forçadas quanto as voluntárias que moldaram as relações entre a África e as Américas. Obras de artistas como El Anatsui, Ibrahim Mahama, María Magdalena Campos-Pons e Juan Carlos Alom refletem sobre migração, circulação de materiais e memória em diferentes geografias.

Resistência

Aqui, artistas exploram as linguagens visuais da resistência e do ativismo contemporâneo, traduzindo tensões sociorraciais em forma material. Com atenção a temas como cuidado, proteção e luta coletiva, obras de Mickalene Thomas, Bisa Butler e Zanele Muholi evidenciam resiliência e identidade.

Reinterpretação

Com foco nas tradições espirituais e religiosas ressignificadas por meio do deslocamento e da sobrevivência, esta seção recorre a presenças ancestrais, rituais e estados de transe como espaços de conhecimento e poder. Os artistas Manuel Mendive Hoyos, Belkis Ayón, Frida Orupabo e Turiya Magadlela reinterpretam estruturas herdadas.

Criação de novas formas

Destacando experimentação e inovação, este capítulo apresenta artistas como Stanley Whitney, Sam Gilliam, Serge Attukwei Clottey, Sonia Gomes e Kapwani Kiwanga, que trabalham entre a abstração, a escultura e o têxtil para construir novos vocabulários estéticos.

Amefricanas

Com foco em artistas mulheres negras, esta seção final explora a autorrepresentação para além das narrativas coloniais. Por meio de diferentes mídias, artistas como Kara Walker, Carrie Mae Weems, Lorna Simpson, Nandipha Mntambo e Faith Ringgold propõem novas visões do corpo e da imagem.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Adaeze Iheoma

[email protected]

(201) 465-8031

Fonte: BUSINESS WIRE

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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