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Demanda por transplante capilar valoriza resultados naturais

Demanda por transplante capilar valoriza resultados naturais
Demanda por transplante capilar valoriza resultados naturais

Cerca de 95% dos pacientes que realizaram transplante capilar em 2024 tinham entre 20 e 35 anos e o número de mulheres que procuraram a cirurgia cresceu 16,5%, em comparação com 2021, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC).

Uma pesquisa comandada pela entidade revela que a maior parte dos procedimentos realizados no Brasil, em 2022, foi feita por pacientes entre 30 e 39 anos. A ABCRC também registra o aumento na exigência por resultados naturais e técnicas menos invasivas, com destaque para procedimentos como Follicular Unit Excision (FUE, ou extração folicular unitária).

A Dra. Estela Munhoz, médica cirurgiã, explica que a técnica FUE consiste na extração individual das unidades foliculares que produzem os fios de cabelo de uma área doadora — geralmente a parte posterior da cabeça, onde os fios não possuem a informação genética da calvície androgenética, doença iniciada na adolescência e geneticamente determinada.

"Esses folículos são retirados um a um com instrumentos de alta precisão, por meio de uma incisão na pele em forma cilíndrica com o folículo no centro. Posteriormente, o fio é retirado com uma pinça e implantado na área da calvície", detalha a especialista.

Segundo a médica, o método gera um orifício mínimo e circular, o que evita grandes incisões e cicatrizes lineares — resultado de outras técnicas mais antigas. A Dra. Estela Munhoz acrescenta que, por ser minimamente invasiva, a FUE proporciona menor dor no pós-operatório, uma cicatrização mais rápida e um aspecto mais natural ao couro cabeludo.

Outro levantamento da ABCRC aponta que 80% dos pacientes que procuram a restauração capilar possuem queda de cabelo genética, enquanto 10% por queda induzida por medicamentos, por questões nutricionais, hormonais/metabólicas, dermatológicas, 5% por necessidade de reconstrução e 5% por necessidades de cirurgia pós-cosmética.

Avaliação médica e planejamento da linha capilar

A cirurgiã esclarece que é realizada uma avaliação inicial individualizada, que inclui análise clínica detalhada e apuração do histórico do paciente. "O especialista examina o couro cabeludo a olho nu e com uso de aumento para identificar o tipo e padrão da alopecia, grau de calvície, qualidade, espessura e densidade dos fios, presença de doenças ativas e saúde da pele".

Também são observadas a queixa principal e tempo de evolução da queda capilar, histórico familiar de calvície, doenças pré-existentes, uso de medicamentos, procedimentos capilares anteriores, hábitos de vida — como estresse, tabagismo e alimentação.

Além disso, a região de onde os folículos serão retirados é avaliada, considerando a quantidade de unidades foliculares disponíveis, resistência dos fios à queda, densidade por centímetro quadrado e possibilidade de extração segura sem comprometer a estética da área.

"Com base em todas as informações, o médico define se o paciente é um bom candidato ao transplante, a técnica indicada, a quantidade, o desenho, e alinha as expectativas. Neste contexto, é fundamental compreender o tempo de crescimento dos fios transplantados, os cuidados pré e pós-operatórios, os riscos e benefícios do procedimento e a importância dos retornos", enfatiza a Dra. Estela Munhoz.

Uma linha capilar é desenhada diretamente no couro cabeludo com um marcador cirúrgico, o paciente participa ativamente, visualizando e aprovando o desenho antes do procedimento. A médica ressalta que o desenho também considera a direção natural de crescimento dos cabelos, o ângulo correto de implantação e a continuidade com os fios originais.

"Uma linha capilar natural não é reta. Por isso, o cirurgião cria micro-irregularidades e ondulações suaves, alterna unidades foliculares com um fio na linha frontal e evita simetria excessiva, que pode deixar o resultado artificial. A maior densidade é concentrada logo atrás da linha frontal, a linha em si recebe menor densidade e fios mais finos, garantindo transição suave com o cabelo existente", revela a cirurgiã.

De acordo com a Dra. Estela Munhoz, pacientes mais jovens recebem uma linha capilar mais conservadora, evitando um desenho artificial e prevenindo problemas com a progressão futura da calvície. Em pacientes mais maduros, a linha pode ser levemente mais alta, mantendo um aspecto natural e condizente com a idade.

O transplante capilar com a técnica FUE é recomendado para calvície androgenética em homens e mulheres, quando já há falhas visíveis ou rarefação capilar, entradas e linha frontal recuada, para redefinir o contorno capilar de forma natural, para falhas causadas por traumas, cicatrizes, queimaduras ou cirurgias, para correção de transplantes anteriores e para perda de cabelo em sobrancelhas, barba ou bigode.

"A técnica FUE é indicada em diversos casos, desde que o paciente passe por uma avaliação médica especializada e se constate área doadora suficiente. Não é indicado para pacientes com queda capilar ativa e não controlada, doenças do couro cabeludo. Por isso, a avaliação com um profissional especializado é essencial para definir a melhor abordagem e garantir resultados seguros e duradouros", conclui a Dra. Estela Munhoz.

Para saber mais, basta acessar o site da Dra. Estela Munhoz: https://clinicaestelamunhoz.com.br/

Octavio Raja gabaglia

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