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Quedas em casa lideram internações de idosos no Brasil

Quedas em casa lideram internações de idosos no Brasil
Quedas em casa lideram internações de idosos no Brasil

Quedas estão entre as principais causas de internação hospitalar por acidente entre pessoas idosas no Brasil, segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). Informações do Ministério da Saúde indicam que cerca de 25% dos idosos sofrem ao menos uma queda por ano, e que uma parcela significativa desses episódios ocorre dentro do próprio domicílio, ambiente onde o envelhecimento se desenvolve de forma contínua e, muitas vezes, sem acompanhamento sistemático.

Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) reforçam a dimensão do problema. Segundo a entidade, as quedas estão entre as principais causas de atendimentos de urgência, internações e mortes acidentais em idosos, com impacto relevante sobre o sistema de saúde e a qualidade de vida dessa população. O material técnico destaca que grande parte desses acidentes acontece em casa e que fraturas de quadril estão entre as consequências mais graves, frequentemente associadas à perda de autonomia e à necessidade de cuidados prolongados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica as quedas como uma das principais causas de lesões não intencionais em idosos no mundo. Em seus relatórios técnicos, a entidade descreve que esses eventos ocorrem majoritariamente durante atividades rotineiras, como caminhar dentro de casa, levantar-se da cama ou ir ao banheiro, sobretudo em ambientes com iluminação inadequada, obstáculos no percurso ou ausência de apoios físicos.

Estudos científicos publicados na revista Ciência & Saúde Coletiva, indexada na base SciELO, indicam que o risco de quedas em idosos aumenta quando fatores ambientais se somam a alterações funcionais comuns do envelhecimento, como redução da força muscular, comprometimento do equilíbrio, lentidão nos movimentos e uso simultâneo de múltiplos medicamentos. As análises apontam que esses episódios raramente ocorrem de forma isolada, estando frequentemente associados a um processo gradual de declínio funcional que se desenvolve ao longo do tempo e antecede eventos mais graves, como fraturas, internações e perda de autonomia.

Para Bruno Butenas, especialista em cuidado domiciliar, o risco costuma ser subestimado justamente por estar inserido na rotina cotidiana. "A maior parte das quedas acontece em atividades absolutamente comuns. Antes do acidente, geralmente já existem sinais, como instabilidade ao levantar, lentidão maior para se movimentar ou mudanças na organização do dia. Como esses sinais surgem de forma gradual, acabam sendo naturalizados", explica.

Segundo Butenas, quando a queda ocorre, a percepção costuma ser de um evento inesperado. "Na prática, o processo vinha se desenvolvendo há tempo, integrado ao cotidiano. A observação contínua permite identificar esses sinais precocemente e atuar antes que o idoso precise ser hospitalizado", afirma.

Diretrizes do Ministério da Saúde indicam que muitas das condições que levam idosos a internações — como quedas, desidratação e agravamento de doenças crônicas — estão associadas a perdas funcionais progressivas que se desenvolvem no ambiente domiciliar. Os documentos reforçam que a organização da rotina, a adaptação do domicílio e o acompanhamento regular são estratégias centrais para reduzir riscos e evitar eventos adversos.

À medida que essas perdas funcionais se tornam mais evidentes, cresce a demanda por modelos de cuidado mais estruturados fora do ambiente hospitalar. Famílias passam a buscar apoio técnico não apenas após acidentes, mas para acompanhar o envelhecimento de forma contínua, organizada e preventiva.

Com atuação em Curitiba e Florianópolis, a Geração de Saúde trabalha com seleção, capacitação e supervisão de cuidadores de idosos em atendimentos domiciliares, hospitalares e institucionais, com acompanhamento de enfermagem e planos de cuidado personalizados. Para Bruno Butenas, a prevenção de quedas começa no cotidiano. "Quando o cuidado é estruturado desde cedo, é possível reduzir riscos, preservar autonomia e evitar internações que poderiam ser prevenidas", frisa.

Mais informações sobre os serviços e modelos de cuidado oferecidos pela empresa estão disponíveis em www.gscuidadoresdeidosos.com.br.

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

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