Pular para o conteúdo
Search
Degradê com CSS

Volta às aulas reacende alerta sobre alergias infantis

Volta às aulas reacende alerta sobre alergias infantis
Volta às aulas reacende alerta sobre alergias infantis

Com a volta às aulas, famílias de crianças com alergias alimentares entram em um período de atenção redobrada. Um problema sério de saúde, essas alergias são a principal causa de anafilaxia notificada no Brasil. Segundo levantamentos recentes da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), reações exacerbadas a alimentos respondem por 42,1% das hospitalizações por anafilaxia, condição grave e potencialmente fatal. Já dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam que esse tipo de alergia provoca cerca de 30 mil emergências domiciliares, 2 mil hospitalizações e 150 mortes todos os anos.

Embora qualquer alimento possa desencadear uma reação alérgica, a maioria dos casos de anafilaxia está associada ao consumo de leite de vaca, ovo, amendoim, castanhas, peixes, crustáceos, soja, trigo e gergelim. Além disso, o problema é mais frequente na infância, idade na qual, de acordo com dados da  ASBAI, as alergias alimentares são cerca de duas vezes mais incidentes do que em adultos.

Fora de casa, o risco se torna ainda maior, estudos divulgados pela Agência Brasil indicam que 70% das reações alérgicas severas são relativas a refeições feitas fora do ambiente doméstico. Na infância, esse cenário é ainda mais sensível, já que uma parcela significativa das refeições ocorre em escolas e creches. Nesses espaços, circulam alimentos de múltiplas origens, os feitos ali e os trazidos de casa pelos diversos alunos, sem um controle rigoroso dos ingredientes utilizados. Além disso, o uso de utensílios comuns e superfícies compartilhadas somado à dinâmica da própria convivência infantil, ampliam as chances de ingestão acidental. A volta às aulas reacende todas essas preocupações entre as famílias.

O diagnóstico de uma alergia alimentar na infância costuma impactar toda família e exige um nível constante de atenção no dia a dia. A adaptação da alimentação pode ser um desafio, principalmente quando as reações estão associadas a ingredientes como leite, ovo e trigo, presentes no preparo de tantos pratos. Por isso, é comum que esses alimentos não sejam completamente excluídos das casas, o que aumenta o risco de contaminação cruzada (quando um alimento seguro entra em contato, podendo ser até indireto, com a substância causadora da alergia).

Assim, os pais são obrigados a procurar por alternativas que substituam os alérgenos de maneira segura, sem afetar negativamente o sabor e a qualidade dos alimentos, em uma tentativa de manter o interesse da criança em seu próprio lanche. É nesse contexto que surgem os produtos à base de coco. A Copra, marca alagoana especialista no beneficiamento do coco seco, desenvolveu um portfólio de mais de 100 produtos, todos veganos, livres de leite de vaca, ovo, soja e trigo (alguns dos principais causadores de anafilaxia). A partir do fruto, a empresa criou substitutos para itens amplamente presentes na alimentação cotidiana, permitindo adaptações sem o uso de ingredientes de origem animal ou associados às reações alérgicas mais comuns. 

Em seu catálogo a marca acumula diversas alternativas aos lacticínios, como o leite de coco (para preparação de alimentos e pronto para beber), a manteiga de coco e o leite de coco em pó. Há ainda os substitutos ao trigo e à cana-de-açúcar, com a farinha e o aâçúcar de coco, respectivamente. As substituições se estendem ainda a produtos menos presentes no cotidiano, como o Shoyu de Coco (livre de soja) e a Calda de Chocolate à base de coco, que permite a doçura dos alimentos sem adicionar leite, ovo ou açúcar refinado às receitas, possibilitando a criação de um cardápio variado, saudável e agradável ao paladar das crianças. A marca ainda mantém parcerias com chefs de cozinha que estão constantemente desenvolvendo e compartilhando novas receitas, voltadas para pessoas com restrições alimentares.

Um fator essencial quando se trata de prevenção de acidentes vinculados a alergias é a garantia da segurança alimentar. A marca alagoana é detentora do selo FSSC 22000, que reconhece boas práticas e padrões rigorosos em toda a cadeia de produção. A marca tem ainda a certificação da Sociedade Vegetariana do Brasil, que assegura que seus produtos são de fato veganos e o Selo Proteste, que reconhece a pureza de seu Óleo de Coco Extravirgem.

Octavio Raja gabaglia

Octavio Raja Gabaglia, o carismático Otavinho, é um nome que ressoa nas praias, encostas e telhados de Búzios. Esse arquiteto genial, conhecido pelo bom papo e pela mente afiada, conseguiu, com engenhosidade, domar os ventos, convidar a luz do sol para habitar as casas com gentileza, além de convencer a paisagem exuberante a fazer parte de sua obra.

Noticiário das Caravelas

Búzios Feed

As melhores experiências de Búzios em um só lugar! Descubra histórias, dicas e memórias inesquecíveis dessa cidade paradisíaca. Compartilhe seu momento e faça parte dessa viagem!

Matérias Relacionadas

Carnaval do Rio amplia festas privadas e reforça tradição dos bailes clássicos em 2026

TJ derruba lei do Rio que liberava som acima do limite

Prefeitura anuncia seis obras viárias na Barra da Tijuca para reduzir engarrafamentos

“O Agente Secreto” é destaque da semana no Gran Cine Bardot com sessões até sábado em Búzios

NOTÍCIAS DE GRAÇA NO SEU CELULAR

A Prensa está sempre se adaptando às novas ferramentas de distribuição do conteúdo produzido pela nossa equipe de reportagem. Você pode receber nossas matérias através da comunidade criada nos canais de mensagens eletrônicas Whatsaap e Telegram. Basta clicar nos links e participar, é rápido e você fica por dentro do que rola na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

[mailpoet_form id="2"]