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Secretaria de Estado de Saúde orienta atenção na escolha do peixe para evitar contaminação

Especialistas da Vigilância Sanitária da SES-RJ dão orientações sobre como escolher as melhores opções e evitar contaminações
Foto: Lissandra Silva (Divulgação SES-RJ)
Foto: Lissandra Silva (Divulgação SES-RJ)

Além da tradição da Semana Santa, o peixe é um dos alimentos mais consumidos pela população por ser uma opção saudável, excelente fonte de proteínas, minerais e gorduras boas. Especialistas da Superintendência de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) orientam sobre os cuidados com o pescado, que passam desde a escolha, no mercado ou peixaria, a conservação e o preparo.

“A refrigeração é muito importante. O pescado deve ficar sobre o gelo. A carne deve estar úmida, firme e sem manchas, com as escamas aderidas ao corpo. As guelras devem estar vermelhas, os olhos brilhantes e salientes, e as nadadeiras endurecidas. Um teste eficiente é fazer uma leve pressão com o dedo na carne. Se for fresco, ao retirar o dedo, a musculatura volta ao normal. Se não, a marca fica na carne”. No caso da compra de filé de peixe, peça para que seja cortado na hora, orienta a nutricionista da SES-RJ Jacqueline Toledo Hosken, mestre em Saúde Coletiva.

O consumo de pescado fresco em diversas preparações é sempre recomendado por nutricionistas. Peixes gordos como, atum, salmão, sardinha, dourada e cavala, são ricos em ômega 3, um potente anti-inflamatório que reduz o risco de aterosclerose (acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas artérias) e de complicações cardíacas. Presente também no pintado, no arenque, na anchova, na tainha, no bacalhau e na truta, o ômega 3 auxilia na manutenção de níveis adequados de triglicerídeos, desde que associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis. Camarões, siris, mariscos, lulas e polvos também fazem parte de uma alimentação saudável e são fontes naturais de proteínas, ferro, zinco, cálcio, magnésio, selênio, fósforo, iodo, cobre, e vitamina B12.

Jussara de Moura Salgado, sanitarista da Coordenação de Vigilância e Fiscalização de Alimentos da secretaria, explica que o pescado de tipos diferentes não devem estar uns sobre os outros no local de venda.

“Polvos e lulas devem ter a carne consistente e elástica. Mariscos frescos só podem ser vendidos vivos. E o bacalhau salgado deve estar em local limpo e protegido de poeira e insetos. Verifique se não há presença de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade e odor desagradável”, acrescentou.

Cuidados com relação à conservação e ao transporte do pescado também são observados por especialistas. Peixes congelados devem estar devidamente embalados e conservados em temperaturas adequadas. Já os secos, devem ser armazenados em local limpo.

“Seja que tipo de pescado for, o ideal é, logo após a compra, transportá-lo de forma rápida e, se possível, em caixa isotérmica com gelo, no caso dos frescos. O peixe refrigerado ou congelado deve ser imediatamente armazenado na geladeira, ou freezer. No local de preparo, deve-se acondicionar em recipiente limpo e com tampa, mantendo na refrigeração até o momento de cozinhar”, orienta Jussara.

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