Reajuste nos combustíveis pode levar o aumento no preço do botijão de gás

Federação Única dos Petroleiros (FUP) relaciona os impactos do aumento dos combustíveis com o preço do botijão de gás de cozinha

A partir desta terça-feira (2), a gasolina e o diesel passarão por um novo reajuste no preço. Com o anúncio confirmado pela Petrobras, o gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, também terá um novo aumento, sendo o terceiro do ano de 2021. Em resposta à estas medidas, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) publicou uma nota relacionando o preço dos combustíveis com o aumento no valor do botijão.

De acordo com o ajuste, o botijão de 13kg, que é usado pela maioria da população, ficará R$ 1,90 mais caro nas refinarias. “Para o consumidor final, que em muitas localidades já custa mais de R$ 100,00, o impacto no bolso é maior”, afirma a Federação.

Segundo o parecer da FUP, “o reajuste, que vai na contramão do discurso de Bolsonaro de reduzir impostos federais sobre combustíveis para conter os aumentos, é consequência da política de preços da estatal, que acompanha as variações do mercado internacional, combatida pela CUT e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP)”.

A Federação ainda explicou a estimativa de Alexandre Borjaili, presidente da Associação Brasileira dos Revendedores de Gás Liquefeito do Petróleo (Asmirg), que relata que o preço do botijão de 13 kg custava cerca de R$ 48,00 desde 2016, e pode chegar a valores entre R$ 150,00 e R$ 200,00 ainda em 2021.

Já segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os preços do produto já chegam a R$ 105,00 em algumas regiões do país.

A FUP também relacionou esta mudança com o aumento no preço das cestas básicas. “A situação dos trabalhadores piora à medida em que os preços dos alimentos também aumenta de forma descontrolada. Somente em 2020, produtos principais da cesta básica tiveram aumentos significativos – e acima da inflação que ficou em 4,52. Os que mais subiram foram o óleo de soja (103,79%) e o arroz (76,01%), seguidos por leite longa vida (26,93%), frutas (25,40%), as carnes (17,97%), a batata-inglesa (67,27%) e o tomate (52,76%)”.

A nota da Federação na íntegra pode ser lida por meio do link.

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