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Opinião: A tragicomédia buziana

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Por Sandro Peixoto

hqdefaultA estreante vereadora Gladys de Evandro está se mostrando uma atriz medíocre. Impossível não lembrar uma novela mexicana toda vez que a mesma, de maneira assídua, resolve ir à tribuna da Câmara de Búzios para falar mal do governo do Dr. André Granado. Como tem problemas com o idioma (um dicionário seria um bom presente de aniversário) Gladys é quase sempre puramente teatral. Seus discursos são quase uma pantomima. No seu falso papel de vereadora atenta, está sempre em busca de uma falha qualquer do executivo. Basta enxergar uma casca de feijão nos dentes do prefeito, para vê nisso todos os motivos para pedir sua cabeça.

Como boa religiosa, dedica ódio a quem deveria destinar apenas críticas. Ela sabe (ou acha) que pode. Ela está com Deus, e, portanto, ela pode tudo. Engana-se quem acha que a Gladys faz todo aquele teatro (no Facebook é pior ainda) para mostrar serviço, para justificar seu mandato.

Ledo engano. O papel dela é descontruir a imagem do prefeito para com isso fortalecer seu marido, o ex-vereador Evandro, ou quem sabe os dois candidatos derrotados, Felipe Lopes e Alexandre Martins. Todos sonham com a cadeira do André e usam o boquirrotísmo da Gladys em benefício comum. Ela chegou a seu limite. Hoje é apenas bucha de canhão dos que estão mais acima. Isso faz parte do jogo político. É a face suja da política. A crítica pela crítica, o ódio ao invés do diálogo. Plateia ela terá com certeza.

A luta de Gladys não é por uma cidade melhor. A arenga dela é por mais poder. Por mais poder entenda-se por mais dinheiro. Por mais acesso aos recursos públicos. Por mais facilidade para indicar cargos para amigos incompetentes e obras para os financiadores de campanha. Quem conhece a história política do casal Evandro/Gradys sabe que eu tenho razão. Favorecer invasões, distribuir favores, arranjar cirurgias, etc. Esse sempre foi o “trabalho político” por assim dizer, dos dois em todo esse tempo em que estão na cidade.

Um estilo ultrapassado e porque não dizer corrupto de fazer política, afinal quando se troca votos por favores estamos falando em corrupção. Gladys não engana ninguém. Nem a ela mesma. Garanto que ri sozinha quando algum idiota elogia suas macaquices na tribuna da câmara. Deve pensar: que bando de idiotas! Eles acreditam em tudo que eu digo. KKK.

A história já mostrou, no entanto, e aí estão os ex-vereadores Adilson da Rasa, Flavio Manchado e Gugu de Nair (peço perdão ao Gugu por colocá-lo nesta lista, mas fiz apenas para exemplificar o que vou defender) que alguns eleitores até gostam de bater palmas para aqueles vereadores que se lançam oposição a qualquer coisa. Os aplausos não foram seguidos de votos e tudo acabou num primeiro mandato para nunca mais voltar.

Verdade que hoje quem recebe quase todos os aplausos é a Gladys. Mas sinceramente o que tem de gente que bate palmas para louco dançar não está no gibi.

Em tempo: enquanto  Gladys segue com seu espetáculo dantesco, os outros vereadores se acovardam. Não querem seguir o roteiro da digamos, excêntrica Gladys, muito menos contestá-la. Por medo de quem por hora aplaude. Essa já é a legislatura mais desqualificada da nossa história.

 

https://prensadebabel.com.br/index.php/2016/12/14/nova-vereadora-de-buzios-e-investigada-por-compra-de-votos/

 

 

 

 

 

 

Opinião: A tragicomédia buziana

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Por Sandro Peixoto

hqdefaultA estreante vereadora Gladys de Evandro está se mostrando uma atriz medíocre. Impossível não lembrar uma novela mexicana toda vez que a mesma, de maneira assídua, resolve ir à tribuna da Câmara de Búzios para falar mal do governo do Dr. André Granado. Como tem problemas com o idioma (um dicionário seria um bom presente de aniversário) Gladys é quase sempre puramente teatral. Seus discursos são quase uma pantomima. No seu falso papel de vereadora atenta, está sempre em busca de uma falha qualquer do executivo. Basta enxergar uma casca de feijão nos dentes do prefeito, para vê nisso todos os motivos para pedir sua cabeça.

Como boa religiosa, dedica ódio a quem deveria destinar apenas críticas. Ela sabe (ou acha) que pode. Ela está com Deus, e, portanto, ela pode tudo. Engana-se quem acha que a Gladys faz todo aquele teatro (no Facebook é pior ainda) para mostrar serviço, para justificar seu mandato.

Ledo engano. O papel dela é descontruir a imagem do prefeito para com isso fortalecer seu marido, o ex-vereador Evandro, ou quem sabe os dois candidatos derrotados, Felipe Lopes e Alexandre Martins. Todos sonham com a cadeira do André e usam o boquirrotísmo da Gladys em benefício comum. Ela chegou a seu limite. Hoje é apenas bucha de canhão dos que estão mais acima. Isso faz parte do jogo político. É a face suja da política. A crítica pela crítica, o ódio ao invés do diálogo. Plateia ela terá com certeza.

A luta de Gladys não é por uma cidade melhor. A arenga dela é por mais poder. Por mais poder entenda-se por mais dinheiro. Por mais acesso aos recursos públicos. Por mais facilidade para indicar cargos para amigos incompetentes e obras para os financiadores de campanha. Quem conhece a história política do casal Evandro/Gradys sabe que eu tenho razão. Favorecer invasões, distribuir favores, arranjar cirurgias, etc. Esse sempre foi o “trabalho político” por assim dizer, dos dois em todo esse tempo em que estão na cidade.

Um estilo ultrapassado e porque não dizer corrupto de fazer política, afinal quando se troca votos por favores estamos falando em corrupção. Gladys não engana ninguém. Nem a ela mesma. Garanto que ri sozinha quando algum idiota elogia suas macaquices na tribuna da câmara. Deve pensar: que bando de idiotas! Eles acreditam em tudo que eu digo. KKK.

A história já mostrou, no entanto, e aí estão os ex-vereadores Adilson da Rasa, Flavio Manchado e Gugu de Nair (peço perdão ao Gugu por colocá-lo nesta lista, mas fiz apenas para exemplificar o que vou defender) que alguns eleitores até gostam de bater palmas para aqueles vereadores que se lançam oposição a qualquer coisa. Os aplausos não foram seguidos de votos e tudo acabou num primeiro mandato para nunca mais voltar.

Verdade que hoje quem recebe quase todos os aplausos é a Gladys. Mas sinceramente o que tem de gente que bate palmas para louco dançar não está no gibi.

Em tempo: enquanto  Gladys segue com seu espetáculo dantesco, os outros vereadores se acovardam. Não querem seguir o roteiro da digamos, excêntrica Gladys, muito menos contestá-la. Por medo de quem por hora aplaude. Essa já é a legislatura mais desqualificada da nossa história.

 

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