Justiça suspende ações e arresto de bens da G.A.S Consultoria

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A empresa, administrada por Glaydson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, deverá apresentar um plano de recuperação judicial em 30 dias

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio da 5ª Vara Empresarial da capital, em caráter liminar, determinou nesta sexta-feira (20) a suspensão, por 180 dias, de todas as ações e execuções de dívidas da G.A.S Consultoria. A empresa de consultoria de criptomoedas, administrada por Glaydson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, deverá apresentar um plano de recuperação judicial em até 30 dias.

Com a medida, estão suspensos todos os arrestos e bloqueios sobre valores, bens e contas bancárias em todos os processos nos quais a G.A.S é ré. Os valores serão transferidos para a ação de recuperação judicial a fim de reembolsar os credores e investidores.

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Na decisão, a juíza Maria da Penha Nobre Mauro destacou que a medida é necessária para evitar que os consumidores e investidores sejam prejudicados com uma possível falência da empresa

A magistrada recorda que a existência ou não de crime contra o sistema financeiro nacional é de competência da Justiça Criminal Federal e que, por realizar atividade econômica de circulação de bens, a G.A.S pode requerer a recuperação judicial para preservar a empresa, seus empregados e o interesses dos investidores.

A juíza pediu a apreciação da tutela cautelar antecedente e destacou que “estão em tramitação duas ações civis públicas destinadas exatamente à preservação dos recursos das empresas requerentes para satisfação dos créditos dos mesmos milhares de consumidores/investidores que com elas contrataram, não podendo correr separadamente a recuperação judicial, sob pena de decisões e providências conflitantes”, ressaltou.

Sobre Glaydson Acácio dos Santos

Glaydson Acácio dos Santos foi preso em agosto de 2021 por suspeita de pirâmide financeira. A empresa de consultoria bitcoin prometia ganhos fixos de 10% ao mês para investimentos em criptomoedas. Entretanto, as investigações da força-tarefa indicam que a GAS nem sequer reaplicava os aportes na moeda digital.

O ex-garçom também é investigado por lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e organização criminosa. Além disso, é apontado junto com mais cinco pessoas de uma tentativa de homicídio na Região dos Lagos.

Por diversas vezes os advogados de Glaidson pediram pelo seu habeas corpus, mas tiveram pedidos sucessivamente negados pela Justiça. O principal argumento dos magistrados para as negativas é o risco de fuga.

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