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Justiça mantém prisão de acusado de matar argentina em Búzios e determina julgamento popular

Pedido de habeas corpus para Carlos José França, acusado de homicídio qualificado contra Florencia Aranguren, é negado por unanimidade. Juíza destaca a gravidade do crime e histórico criminal do réu
Florência - foto arquivo pessoal
Florência - foto arquivo pessoal

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade negar o pedido de habeas corpus para Carlos José França, acusado do brutal assassinato da argentina Florencia Aranguren em Búzios, em dezembro de 2023. A decisão mantém França na prisão e determina que o caso seja levado a júri popular.

O pedido de habeas corpus foi impetrado pela defesa de Carlos, alegando excesso de prazo da prisão preventiva e solicitando medidas cautelares alternativas. No entanto, o relatório apontou a denegação da ordem, destacando a gravidade do crime e a necessidade de manter o réu sob custódia.

Carlos teve sua prisão convertida para preventiva em 9 de dezembro, após a juíza Danielle Lima Pires Barbosa citar a extrema gravidade do homicídio, ocorrido na Estrada da Praia de José Gonçalves. O assassinato cruel e sem chance de defesa chocou a comunidade, deixando evidente a necessidade de manter o acusado sob custódia.

O réu, que já tinha duas anotações criminais por furto e lesão corporal, teve a denúncia do Ministério Público do Rio aceita pelo juiz Danilo Marques Borges, tornando-se réu pelo crime de homicídio qualificado.

O crime ocorreu enquanto Florencia passeava com seu cachorro na região, sendo atacada com facadas de forma cruel. Seu corpo foi abandonado em uma trilha, onde foi descoberto por guardas municipais, enquanto seu fiel companheiro, Tronco, permanecia ao lado dela.

Carlos José foi preso em flagrante pela Polícia Militar, e o laudo pericial confirmou manchas de sangue humano em suas roupas, reforçando as evidências contra ele. O comportamento do cachorro ao ver o acusado também foi destacado como um fator adicional de suspeita.

Com a decisão da Justiça, Carlos José França permanece detido aguardando o desfecho do caso, que agora será levado ao julgamento popular, proporcionando que a sociedade participe ativamente da busca por justiça para Florencia Aranguren e sua família.

Justiça mantém prisão de acusado de matar argentina em Búzios e determina julgamento popular

Pedido de habeas corpus para Carlos José França, acusado de homicídio qualificado contra Florencia Aranguren, é negado por unanimidade. Juíza destaca a gravidade do crime e histórico criminal do réu
Florência - foto arquivo pessoal
Florência - foto arquivo pessoal

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu por unanimidade negar o pedido de habeas corpus para Carlos José França, acusado do brutal assassinato da argentina Florencia Aranguren em Búzios, em dezembro de 2023. A decisão mantém França na prisão e determina que o caso seja levado a júri popular.

O pedido de habeas corpus foi impetrado pela defesa de Carlos, alegando excesso de prazo da prisão preventiva e solicitando medidas cautelares alternativas. No entanto, o relatório apontou a denegação da ordem, destacando a gravidade do crime e a necessidade de manter o réu sob custódia.

Carlos teve sua prisão convertida para preventiva em 9 de dezembro, após a juíza Danielle Lima Pires Barbosa citar a extrema gravidade do homicídio, ocorrido na Estrada da Praia de José Gonçalves. O assassinato cruel e sem chance de defesa chocou a comunidade, deixando evidente a necessidade de manter o acusado sob custódia.

O réu, que já tinha duas anotações criminais por furto e lesão corporal, teve a denúncia do Ministério Público do Rio aceita pelo juiz Danilo Marques Borges, tornando-se réu pelo crime de homicídio qualificado.

O crime ocorreu enquanto Florencia passeava com seu cachorro na região, sendo atacada com facadas de forma cruel. Seu corpo foi abandonado em uma trilha, onde foi descoberto por guardas municipais, enquanto seu fiel companheiro, Tronco, permanecia ao lado dela.

Carlos José foi preso em flagrante pela Polícia Militar, e o laudo pericial confirmou manchas de sangue humano em suas roupas, reforçando as evidências contra ele. O comportamento do cachorro ao ver o acusado também foi destacado como um fator adicional de suspeita.

Com a decisão da Justiça, Carlos José França permanece detido aguardando o desfecho do caso, que agora será levado ao julgamento popular, proporcionando que a sociedade participe ativamente da busca por justiça para Florencia Aranguren e sua família.

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