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A arte under da região dos lagos parte I

rapha-de-oliveira

Por Fábio Emecê

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Arte de Rapha Ferreira. Melhor conceito de underground impossível

Fui incubido de fazer reportagens sobre um monte de coisa, afinal, muitas coisas precisam ditas, registradas ou evidenciadas. E diante de sobrar pra mim fazer essa parada, o que se espera é que se saia do lugar comum. Um mais velho dizia que eu deveria investir mais em palestras, pois geralmente falava coisas que ninguém falava. Se o mais velho disse que não sou usual, não tem como discordar ou tem? Enfim, não vou dar palestras, pelo menos não por enquanto, mas vamos escrever.

A resolução é mapear a arte underground da região do lagos. Rapaz, coisa doida, né? Coisa doida porque quando se fala em underground, se pode pensar em um extrato de coisas feitas que não estão na mídia ou no grande público. Po, a região dos lagos é underground, então? Calma, existe um grupo de artistas regionais que dominam circuitos e eventos. Não quero falar deles, quero falar quem tá fora disso.

Uma merda, a região dos lagos é uma merda, artisticamente falando. Ops, não deveria escrever isso, mas pensa que na região só temos duas instituições federais, uma com o curso de produção cultural e outra de turismo. Os formandos ou quase formandos não necessariamente atuam ou impactam a região, ou seja, são cursos teoricamente de excelência onde a região só é um território onde eles estão localizados.

Sério, o conhecimento produzido por essas instituições não é aplicado por aqui. Cite um evento  em que é produzido por alguém formado na UFF ou IFF? Eventos por aqui são produzidos por pessoas, apenas. E pessoas são arbitrárias e criam seus nichos a revelia, através de seu gosto ou conchavo pessoal. E aí há uma restrição daquilo que é apresentado ou veiculado.

A série de reportagens seria pra romper essa barreira? Ah, sei lá. Talvez quase ninguém leia essa bagaça. O que tentarei mesmo é mostrar que existe gente fazendo coisas, pensando coisas e realizando coisas além da bolha do lagos, se é que vocês me entendem. Só que eles estão localizados por aqui e aparecerão… pelo menos a proposta é mostra-los.

Vamo que vamo que a porrada é na moleira…

A arte under da região dos lagos parte I

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Por Fábio Emecê

rapha-de-oliveira
Arte de Rapha Ferreira. Melhor conceito de underground impossível

Fui incubido de fazer reportagens sobre um monte de coisa, afinal, muitas coisas precisam ditas, registradas ou evidenciadas. E diante de sobrar pra mim fazer essa parada, o que se espera é que se saia do lugar comum. Um mais velho dizia que eu deveria investir mais em palestras, pois geralmente falava coisas que ninguém falava. Se o mais velho disse que não sou usual, não tem como discordar ou tem? Enfim, não vou dar palestras, pelo menos não por enquanto, mas vamos escrever.

A resolução é mapear a arte underground da região do lagos. Rapaz, coisa doida, né? Coisa doida porque quando se fala em underground, se pode pensar em um extrato de coisas feitas que não estão na mídia ou no grande público. Po, a região dos lagos é underground, então? Calma, existe um grupo de artistas regionais que dominam circuitos e eventos. Não quero falar deles, quero falar quem tá fora disso.

Uma merda, a região dos lagos é uma merda, artisticamente falando. Ops, não deveria escrever isso, mas pensa que na região só temos duas instituições federais, uma com o curso de produção cultural e outra de turismo. Os formandos ou quase formandos não necessariamente atuam ou impactam a região, ou seja, são cursos teoricamente de excelência onde a região só é um território onde eles estão localizados.

Sério, o conhecimento produzido por essas instituições não é aplicado por aqui. Cite um evento  em que é produzido por alguém formado na UFF ou IFF? Eventos por aqui são produzidos por pessoas, apenas. E pessoas são arbitrárias e criam seus nichos a revelia, através de seu gosto ou conchavo pessoal. E aí há uma restrição daquilo que é apresentado ou veiculado.

A série de reportagens seria pra romper essa barreira? Ah, sei lá. Talvez quase ninguém leia essa bagaça. O que tentarei mesmo é mostrar que existe gente fazendo coisas, pensando coisas e realizando coisas além da bolha do lagos, se é que vocês me entendem. Só que eles estão localizados por aqui e aparecerão… pelo menos a proposta é mostra-los.

Vamo que vamo que a porrada é na moleira…

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