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Férias são ideais para pequenas reformas e investir na iluminação

As férias de julho são para muitos a chance de fazer pequenas reformas em casa e não dá para esquecer de contemplar um aspecto essencial: a iluminação, para deixar os ambientes ainda mais aconchegantes.

Para apoiar os consumidores nesse momento e na escolha dos produtos mais adequados às suas necessidades, a Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) reuniu algumas orientações sobre iluminação LED, aplicações e vantagens.

O planejamento da iluminação é o primeiro passo e deve ser elaborado no início da reforma, antes da compra dos materiais. Fatores como a disposição dos pontos de luz − no teto, chão ou parede −, devem ser considerados assim como os tipos de lâmpadas e luminárias (spot, plafon).

“É fundamental escolher produtos mais eficientes, sempre lembrando que o principal objetivo da iluminação é atender as necessidades dos usuários”, afirma Rubens Rosado, engenheiro elétrico e Assessor Técnico da Abilumi. “Parece difícil, mas mesmo sem contar com um profissional especializado em luminotécnica é possível, sim, melhorar a iluminação com práticas simples”, garante o especialista.

Essencial também no início, segundo ele, é identificar e valorizar as entradas da luz solar, de forma que a iluminação natural e a artificial se complementem. Assim, a iluminação artificial pode contribuir para estender a sensação de conforto no ambiente durante a noite, e com alguma economia.

“Se o ambiente tiver mais de uma porta de entrada ou saída, o aconselhado é colocar um interruptor de cada lado, os conhecidos three way. As pessoas ficam mais propensas a desligar a luz se a chave estiver na saída”, orienta.

“Módulos que controlam a intensidade da iluminação (dimmers) reduzem a quantidade de eletricidade que a lâmpada usa, trazendo também conforto aos ambientes. Há ainda opções de lâmpadas LED com fotocélula, sensores de presença e até com controles e programações via celular, que ajudam a otimizar o uso da iluminação e, portanto, a economizar energia”, diz.

Com a disseminação do home office, principalmente após a pandemia, uma orientação que também ajuda a diminuir o impacto da energia elétrica no bolso é apostar nas luminárias e abajures de bancada, para evitar ligar as luzes do ambiente inteiro.

Quanto à escolha da cor da iluminação, também é bem simples, lembrando que não é por ser mais branca que a lâmpada vai iluminar melhor. “O que importa neste caso é o fluxo luminoso, que deve ser levado em conta se o usuário quer um ambiente mais iluminado. Toda lâmpada ou luminária tem em sua embalagem a referência deste fator, sempre na unidade de lúmens (lm)”, reforça o engenheiro.

Uma vez claro o conceito de que a iluminação mais intensa independe da cor da lâmpada, o mais adequado em cômodos de descanso e lazer é usar lâmpadas de cor amarelada, também chamadas de cor quente ou até mesmo a de cor neutra. Já em locais que demandam concentração e trabalho, uma luz fria ou neutra é a melhor escolha.

Quanto aos produtos, em razão da grande variedade de marcas e tipos de lâmpadas disponíveis no mercado, o especialista reforça a orientação de só adquirir lâmpadas LED com o selo do Inmetro, o que significa que estão em conformidade com as normas técnicas de segurança. “Luminárias ainda não possuem este selo, mas caminham para tê-lo. Outro fator de segurança é escolher lâmpadas que tragam o selo da Abilumi, pois as empresas associadas mantêm um compromisso de qualidade”, alerta.

Rosado cita outro ponto que ajuda o consumidor na hora da compra: entender a equivalência entre lâmpadas e ler as informações da embalagem. “Ao comparar duas lâmpadas LED com a mesma potência, o consumidor deve preferir a que oferecer mais lúmens, pois vai iluminar adequadamente o ambiente, gastando menos. Essas informações estão sempre presentes nas embalagens dos produtos certificados pelo Inmetro”, conclui.

A Abilumi mantém em seu site uma tabela de equivalência para apoiar o consumidor na hora da compra. Mais informações: www.abilumi.org.br

Férias são ideais para pequenas reformas e investir na iluminação

As férias de julho são para muitos a chance de fazer pequenas reformas em casa e não dá para esquecer de contemplar um aspecto essencial: a iluminação, para deixar os ambientes ainda mais aconchegantes.

Para apoiar os consumidores nesse momento e na escolha dos produtos mais adequados às suas necessidades, a Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) reuniu algumas orientações sobre iluminação LED, aplicações e vantagens.

O planejamento da iluminação é o primeiro passo e deve ser elaborado no início da reforma, antes da compra dos materiais. Fatores como a disposição dos pontos de luz − no teto, chão ou parede −, devem ser considerados assim como os tipos de lâmpadas e luminárias (spot, plafon).

“É fundamental escolher produtos mais eficientes, sempre lembrando que o principal objetivo da iluminação é atender as necessidades dos usuários”, afirma Rubens Rosado, engenheiro elétrico e Assessor Técnico da Abilumi. “Parece difícil, mas mesmo sem contar com um profissional especializado em luminotécnica é possível, sim, melhorar a iluminação com práticas simples”, garante o especialista.

Essencial também no início, segundo ele, é identificar e valorizar as entradas da luz solar, de forma que a iluminação natural e a artificial se complementem. Assim, a iluminação artificial pode contribuir para estender a sensação de conforto no ambiente durante a noite, e com alguma economia.

“Se o ambiente tiver mais de uma porta de entrada ou saída, o aconselhado é colocar um interruptor de cada lado, os conhecidos three way. As pessoas ficam mais propensas a desligar a luz se a chave estiver na saída”, orienta.

“Módulos que controlam a intensidade da iluminação (dimmers) reduzem a quantidade de eletricidade que a lâmpada usa, trazendo também conforto aos ambientes. Há ainda opções de lâmpadas LED com fotocélula, sensores de presença e até com controles e programações via celular, que ajudam a otimizar o uso da iluminação e, portanto, a economizar energia”, diz.

Com a disseminação do home office, principalmente após a pandemia, uma orientação que também ajuda a diminuir o impacto da energia elétrica no bolso é apostar nas luminárias e abajures de bancada, para evitar ligar as luzes do ambiente inteiro.

Quanto à escolha da cor da iluminação, também é bem simples, lembrando que não é por ser mais branca que a lâmpada vai iluminar melhor. “O que importa neste caso é o fluxo luminoso, que deve ser levado em conta se o usuário quer um ambiente mais iluminado. Toda lâmpada ou luminária tem em sua embalagem a referência deste fator, sempre na unidade de lúmens (lm)”, reforça o engenheiro.

Uma vez claro o conceito de que a iluminação mais intensa independe da cor da lâmpada, o mais adequado em cômodos de descanso e lazer é usar lâmpadas de cor amarelada, também chamadas de cor quente ou até mesmo a de cor neutra. Já em locais que demandam concentração e trabalho, uma luz fria ou neutra é a melhor escolha.

Quanto aos produtos, em razão da grande variedade de marcas e tipos de lâmpadas disponíveis no mercado, o especialista reforça a orientação de só adquirir lâmpadas LED com o selo do Inmetro, o que significa que estão em conformidade com as normas técnicas de segurança. “Luminárias ainda não possuem este selo, mas caminham para tê-lo. Outro fator de segurança é escolher lâmpadas que tragam o selo da Abilumi, pois as empresas associadas mantêm um compromisso de qualidade”, alerta.

Rosado cita outro ponto que ajuda o consumidor na hora da compra: entender a equivalência entre lâmpadas e ler as informações da embalagem. “Ao comparar duas lâmpadas LED com a mesma potência, o consumidor deve preferir a que oferecer mais lúmens, pois vai iluminar adequadamente o ambiente, gastando menos. Essas informações estão sempre presentes nas embalagens dos produtos certificados pelo Inmetro”, conclui.

A Abilumi mantém em seu site uma tabela de equivalência para apoiar o consumidor na hora da compra. Mais informações: www.abilumi.org.br

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