Solenidade marca o início das operações da segunda maior termoelétrica do Brasil em São João da Barra

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Usina fica no Porto do Açu e chega como esperança neste momento de crise energética do país

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O Porto do Açu, em São João da Barra, inaugurou nesta quinta-feira (3) a Usina Termelétrica (UTE) GNA I, a segunda maior do país e a maior da Região Sudeste. A usina chega como esperança neste momento de crise energética do país. A solenidade foi marcada pela presença do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, do governador do Estado, Claudio Castro, da deputada Clarissa Garotinho, além de outras autoridades municipais, estaduais e federal.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PROS/RJ) representou a bancada de parlamentares do Rio durante a cerimônia de inauguração. Como membro da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, apresentou os deputados e senadores presentes, antes de a palavra ser dada ao governador Cláudio Castro.

Durante seu discurso, ela frisou, entre outras coisas, a importância do empreendimento para o fortalecimento do interior e do próprio Estado do Rio.

“Há vinte anos atrás, minha mãe, a ex-governadora Rosinha, esteve aqui com o empresário Eike Batista lançando a pedra fundamental do Porto do Açu, num lugar que não tinha nada ainda. Havia apenas uma visão de futuro e um estudo de viabilidade técnica atestando que aqui havia o calado profundo, apropriado para os navios. Essa é uma visão de governo que sempre acreditou que nosso estado será um estado forte quando o interior for forte. É isso que está acontecendo aqui hoje: o fortalecimento do interior do Estado do Rio. A gente sempre diz que o Estado de São Paulo é forte, porque lá o interior é forte. Precisamos fazer o mesmo aqui”, disse.

A deputada também falou da importância para a diversificação da matriz energética do país. “Hoje, estamos aqui diante da segunda maior usina termelétrica do país, atendendo a quase 6 milhões de residências.  Entendemos que esses investimentos são fundamentais para diversificar nossa matriz energética. O Brasil, durante muitas décadas, apostou nas hidrelétricas e, hoje, diante do baixo nível dos reservatórios, a gente vê um grande desafio para o país. Essa diversificação é fundamental”, completou.

Sobre a Usina Termelétrica (UTE) GNA I

(Foto: GNA/Divulgação)

A Usina Termelétrica (UTE) GNA I terá um ciclo combinado de três turbinas a gás natural e uma a vapor com capacidade instalada de 1.338 MW, quantidade suficiente para fornecer energia a seis milhões de residências. Esse número equivale ao consumo do Estado do Rio de Janeiro, onde há mais de 17 milhões de habitantes.

Apesar de estar no Sudeste, região mais atingida com a baixa dos reservatórios, a energia será distribuída em todo país através do Sistema Interligado Nacional. O investimento total do projeto é de R $5 bilhões.

Durante o evento, também foi  anunciado o início das obras da UTE GNA II. Quando a segunda fase for completada, o complexo será a maior termelétrica da América Latina, com capacidade de 3 mil MW, podendo fornecer energia para até 14 milhões de casas no total.

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