Macaé: Combate ao desemprego e desigualdade social em pauta

O pré-candidato Igor Sardinha realiza live com o prefeito de Maricá Fabiano Horta

De acordo com números oficiais citados pelo pré-candidato, Macaé possui 31,5% de sua população vivendo com até meio salário mínimo, o que torna o município um dos mais desiguais do Brasil.

Em termos de qualificação e combate às desigualdades, a cidade de Maricá sai na frente de muitas cidades do estado do Rio. Grande parte disso é devido a medidas que englobam um amplo programa de distribuição de renda, auxílio assistencial e liberação de microcrédito para pequenos comerciantes. Ações criadas e mantidas na gestão do Prefeito Fabiano Horta e junto a ele, Igor Sardinha, que até o mês passado era o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria, Petróleo e Portos de Maricá.

De acordo com números oficiais citados pelo pré-candidato, Macaé possui 31,5% de sua população vivendo com até meio salário mínimo/ reprodução

Igor foi escolhido pelo PT Macaé como nome a ser apresentado ao setor progressista da cidade de Macaé como opção para disputar a eleição para prefeito. Dentro de seu conjunto de experiências, Sardinha tem mandatos como vereador de Macaé e também alguns aos de trabalho filantrópico no município, o que permite a ele conhecer a fundo as necessidades dos moradores.

O papel dos municípios no combate a desigualdade social

Igor foi secretário de Desenvolvimento econômico do prefeito Fabiano Horta em Maricá

E para discutir essas iniciativas, ambos abordaram o tema “O papel dos municípios no combate a desigualdade social” em uma live nas redes sociais. Nessa mídia, foi discutida ações que transformaram Maricá de um município dormitório para desabrochar no que pode ser a maior experiência política e social de uma administração progressista do Brasil.

De acordo com Igor, a política tem que trazer coisas concretas. Então, é possível tomar como exemplo as iniciativas feitas em Maricá e aplica-las em outros municípios. E é esse um dos objetivos do pré-candidato para Macaé.

“Uma das coisas que faltaram a Macaé durante esse combate a pandemia foi um debate paralelo sobre a situação econômica. Um governo municipal tem responsabilidades múltiplas. No combate a COVID-19 não se pode falar apenas de saúde e maneiras de evitar o contágio, é necessário não permitir que a população perca seus empregos, fique na miséria extrema como podemos observar por aí”, comentou Igor Sardinha.

De acordo com números oficiais citados pelo pré-candidato, Macaé possui 31,5% de sua população vivendo com até meio salário mínimo. Ao mesmo tempo, a média salarial da cidade, que está entre as maiores do país, é de 6,4 salários mínimos. Ou seja, isso significa que a desigualdade social no município é alta.

“A pandemia está escancarando isso de uma forma avassaladora. Isso é devido à falta de políticas de proteção ao emprego e a renda da população. Não percebem que a falta de amparo a população e aos micro e pequenos empresários vai dificultar e muito que a economia entre em tração no futuro”, afirmou o ex-secretário de desenvolvimento.

Um dos projetos aplicado a Maricá que garantiu uma redução no número de posto de trabalho fechados durante a pandemia o Programa de Amparo ao Emprego (PAE). A iniciativa, de acordo com Sardinha, prevê o pagamento de um salário mínimo (R$ 1.045) para empresas com o efetivo de até 49 funcionários.

A inscrição ocorreu nos moldes do Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT), que beneficiou o outro lado da moeda, os trabalhadores de Maricá com pagamento de um salário mínimo, convertido em mumbucas, uma moeda social municipal que só pode ser gasta dentro do município, o que valoriza o comércio local.

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