#AchatarACurva

Por José Carlos Alcântara

As curvas no gráfico mostram a diferença entre a aplicação correta de medidas de controle e a ausência dessas medidas em relação à capacidade do sistema de saúde de atender os infectados.

A primeira curva, mais aguda, alta e muita acima da capacidade de atendimento, mostra o futuro da epidemia sem as medidas corretas de contenção e controle.

A segunda, extensa porém com as infecções adiadas, praticamente toda abaixo da capacidade total do sistema de saúde, mostra o efeito de tais medidas – que, depois de um tempo, reduzem o contágio, mantendo os casos dentro da capacidade dos hospitais e centros de saúde.

Essa é a diferença entre vida e morte no caso de uma epidemia como a do coronavírus.

Quanto menos as infecções acontecerem e, todas ao mesmo tempo, maior a capacidade de atendimento tanto da demanda por medicamentos quanto por leitos e tratamentos propriamente.

Daí a importância de se “Achatar a Curva” do gráfico. Na Itália, os hospitais estão lotados, sem condições de atendimento não só para os casos de Covid-19, mas também de outras doenças.

O coronavírus não precisa ser uma doença que produzirá um cenário apocalíptico: Basta que os pacientes não possam ser atendidos.

Para isso, é fundamental seguir os conselhos dos especialistas, cientistas e médicos:

Lavar as mãos por 20 segundos a cada contato, manter ao máximo o trabalho remoto, ficar em casa, multidões, aglomerações e cuidar da saúde: “Achatar a Curva” agora, é salvar vidas.

José Carlos Alcântara é diretor do Instituto Informa e representante da instituição no Estado do Rio de Janeiro.

Este é um artigo de opinião de responsabilidade do seu autor e não representa necessariamente a opinião do Jornal.

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