Música, canção e poesia.

Nossas ferramentas pra resistência

É indiscutível que a música exerce uma forte influência no espírito, no comportamento e na consciência humana. Dos mais variados ritmos, seja lá boa ou ruim, o fato é que a música é de íntimo pessoal, pois escolhemos nossas canções.

Muitas vezes você já ouviu a clássica frase “eu sou eclético, gosto de tudo um pouco”, legal, mas uma coisa eu penso (não sou tão eclético assim não, tem ritmos que abomino, não escuto por nada desse mundo), mas cada um na sua. Claro, ser eclético é legal, abre nossa mente, expande nosso conhecimento musical, mas gente, falo por mim mesmo, sem considerações sociológicas ou análises mais aprofundas, pelo agora. Mas ser eclético é sensacional, curtir outros ritmos, enxergar outra beleza, é demais, mas tem coisas que tem limites.

Certos sons, me desculpem os conhecedores do tema, não posso considerar música de qualidade, mas isso é outra história. O que considero por música, de verdade, é o limiar de uma caminhada de uma consciência nova, de uma reflexão crítica, da ponderação e da tentativa de se autoconhecer. Música é paixão, música é sexo, música é Amor, música é explosão, música é radicalidade e subversão, música é tesão, música é contemplação, música é profana e sagrada, música é divina. Música é o Ser. Enfim, música é todo o conjunto de todas as subjetividades e concretudes que completam o humano.

Nesse primeiro encontro, nessa primeira reflexão, na minha humilde observação e olhar sobre música, quero apenas fazer um panorama.

Não sou crítico musical, não sou produtor musical, não estudo ou muito menos sou pesquisador musical, mas tenho uma certeza, sou um grande amante da música, amo música. Com isso vou divulgar bandas de música, não necessariamente de Rock´n Roll, mas de música diversas.

Quero pesquisar bandar que não estão no roteiro mercadológico, mas comentar bandas que fizeram a história do Rock, do Blues, do Jazz, do Reggae, do Eletrônico, etc. Só lembrando que este humilde colunista que vos escreve, apenas são observações, comentários e percepções humildes, pois repito, não sou formado em música, não sou crítico musical, muito menos especialista na arte da música. Até lá!

*George Berneri é Sociólogo e Underground

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